Maré ácida-alcalina e a alimentação na qualidade de vida – Diadema / 2007
Foi muito bom estar com vocês aí em Diadema. Mais um momento de reflexão coletiva que nos re-alimenta para novas revisões pessoais.
Enviem fotos das diferentes atividade da SIPAT-2007 pelo nosso e-mail: [email protected] para colocarmos aqui em nosso blog.
Até breve! Profª Geanete
PONTO ALTO DA REUNIÃO:
clik Permitam-nos um aparte. No desenrolar da palestra, pedi licença para tomar um pouco de água – fonte inesgotável de saúde quando in natura – e retirei um copo de uma caixa da água H²Ocean e lhes ofereci d’água do mar.
Todos aceitaram prontamente. E aos lhes informar que estávamos prestes a nos deliciarmos com a leveza e a potencialidade da água do mar que traz em si altíssimo grau de potabilidade e 60 minerais das profundezas do oceano, foi uma surpresa geral. Após a degustação, percebi nos rostos presentes um pouco de desconfiança quanto a ser mesmo água do mar, talvez pelo costume das falcatruas na área da alimentação como recentemente tivemos no caso do ouro branco – leite adulterado e invenenado. Mas logo lhes informei sobre o acompanhamento que tive e mantenho com esse grupo que nos últimos 10 anos pesquisou e implantou a dessalinização com envasamento em copos da mais pura e saborosa água do mar e que hoje desenvolve suas atividades no munícipio de Bertioga.
Com sucesso total foi a aprovação quanto á qualidade da nova possibilidade de termos à nossa mesa a H²Ocean .
Voltando à palestra: Nesta semana, nós do Ceab (Soninha, Vera e eu) estivemos em contato com os agentes comunitários e alguns funcionários de outras áreas da saúde e da administração das Unidades Básicas da cidade de Diadema, cidade que nos últimos anos foi agregada ao grande ABC, passando esse polo social ligado à cidade de São Paulo a ser conhecido por o grande ABCD.
Estivemos presente em sua SIPAT-2007 como palestrantes e os temas propostos a nós para os funcionários inscritos nessa semana de informações e formação foram sobre a área dos cuidados pessoais. Entre outros temas, o que coube a mim foi o da “Alimentação e qualidade de vida” .
Transmitir e sensibilizar os participantes de um evento sobre a alimentação como um dos grandes fatores presentes no nosso cotidiano para a gestão de qualidade de vida, não é um tema muito fácil ou mesmo confortável.
Ele não é confortável porque minimamente você tem que desmistificar o que o convívio social nos ensinou e direcionou através da cultura popular como sendo algo bom e interessante para nossa vida, que é a forma de alimentação transmitida de geração a geração.
E não é fácil porque você tem que escolher uma linha de raciocínio e estar convicta de que é a melhor, apesar de ser desconhecida ou ignorada pela maior parte dos especialistas na área por formação acadêmica.
A maré ácida-alcalina que pode nos orientar a alimentação como um meio de manutenção do nosso pH – ponto ideal de hidrogênio em um estado de equilíbrio ácido-base
( http://www.perfline.com/cursos/cursos/acbas/acbas01.htm ) não é difundido nos meios acadêmicos como um proposta a ser avaliada, entendida e dissiminada popularmente.
Ela, a aplicação prática dos conceitos reais da maré ácida-alcalina como meio da prevenção e manutenção de boa qualidade de vida, envolve sérios riscos para a produção e comercialização dos gêneros alimentícios.
Como somos seres produtores fundamentais da cadeia global:
alimentação > degeneração > doença > remédio > indústria química > $ é natural para o sistema que continuemos a nos alimentar das combinações mais absurdas de alimentos semi-mortos ou mesmo mortos (sem valores nutritivos) e conseqüentemente a viver da forma menos interessante para nós, a fim de que continuemos ser fonte inesgotável de divisas para o capitalismo.
Como viram, dissiminar o conhecimento não é tão simples assim. Temos que transgredir muitas regras: as culturais, as sociais, políticas e, creio que a mais difícil, a do paladar viciado por gerações de erros ora inocentes, ora propositais.
Como lutar contra a hipoglicemia que nos pede a todo tempo um pouco mais de carboidratos? um pouco mais… mas não se contenta com um carboidrato complexo, quer sempre um pouco mais de biscoitos doces e recheados? Como vencer a ansiedade que nos pede a todo tempo um chocolate e não um pedaço, mas uma barra? como não colocar na mochila da nossa criança 100 gr de “isopor” colorido e salgado para o lanche escolar se as outras crianças vão se fartar de sal + gordura saturada + aromatizantes artificiais + qualquer outro tipo de aditivo químico e embotar seus pensamentos pela fome endêmica que assola as escolas?
Tarefa dificil!
Restou-nos nesse pequeno espaço de tempo de contato, tentar deixar para os participantes da XIII SIPAT de Diadema, algumas informações de que existem caminhos possíveis e necessários para o desmantelamento do ciclo vicioso que está implantado em nosso meio, o da alimentação > degeneração > doença > remédio > indústria química > $ , através da desinformação da mídia organizada pelo poder industrial.
O recado principal que acredito ter deixado foi:
“Olhe a natureza, observe como vivem os animais e veja se uma vaca consegue comer ao mesmo tempo um pouco de ração com um pouco de capim com suas próprias forças – será que ela tem “mãozinha” para levar à boca dois gêneros de alimentação ao mesmo tempo? Ela come essa mistura porque o homem lhe fornece. Mas na liberdade, ela come o capim. Afinal, para isso ela está preparada através de sua gênises”.
Assim somos nós? Reflitamos: “nosso processo digestório está preparado par digerir ao mesmo tempo proteínas, graxas, amidos, acúcares e ácidos?”
Não é dessas misturas absurdas que a geladeira, o freezer, o supermercado, os fast-food e outros nos oferecem que vivemos mais anos chegando porém em tempo mais curto à indeferenciação humana pelo Mal de Alzheimer – http://www.alzheimer.med.br/ , pelo Diabetes -http://www.diabetes.org.br/ , pelo câncer – http://www.inca.gov.br/ e tantas outras doenças degenerativas.

