Cosmos – Céu e Inferno – Parte 1 de 6 (Dublado em Português)
Este vídeo está é o primerio de mais uma interessante e lúcida série do cientista Carl Sagan.
“Em 1908, na Sibéria, uma explosão misteriosa abalou a paisagem, projetando árvores a milhares de quilômetros de distância e produzindo um som que se ouviu em todo o mundo. Teria uma nave espacial extraterrestre sofrido um acidente nuclear? Carl Sagan examina os testemunhos e conclui que a Terra foi atingida por um pequeno cometa. Um modelo do sistema solar demonstra a possibilidade de outros planetas terem sofrido impactos semelhantes. Tal como Immanuel Velikovsky proclamava, teria o planeta Vênus sido já um cometa gigante? O Dr. Sagan conclui que não, que as provas não confirmam a afirmação.
Embarcamos numa viagem descendente através da atmosfera infernal de Vênus, para explorar a superfície de braseira, atingida esta pelo chamado efeito de estufa. O destino de Vênus pode ser uma história de alerta para o nosso mundo. O Dr. Sagan lança um aviso sensato para que sejam tomadas medidas de proteção do frágil planeta azul, a Terra” – em Andrelz no You Tube.
“Existem apenas duas maneiras de ver a vida. Uma é pensar que não existem milagres e a outra é que tudo é um milagre.” ? Albert Einstein
?No final de 1996 o Universo ficou menor. Não porque tenha diminuido de tamanho, mas porque perdeu uma de suas mais brilhantes estrelas, o astrônomo norte-americano Carl Edward Sagan. A Sagan, pelo seu trabalho, pelo seu exemplo, nosso reconhecimento, nosso respeito, nossa saudade. Nosso tributo.? Romildo Póvoa Faria (da UNICAMP – Planetário de Campinas – Museu Dinâmico de Ciências de Campinas – Presidente da Associação Brasileira de Planetários e Diretor da Organização Ibero-Americana de Planetários)
CARL SAGAN ? UMA ESTRELA DE 1ª MAGNITUDE
“Há momentos em que somos tomados por uma profunda sensação de perda, bem diferente daquela que sentimos com a perda de entes queridos próximos. Uma sensação mais sóbria, menos desesperadora, porque nos atinge de maneira mais distante, mais indireta. Mas não menos profunda.
Muitas pessoas ? mas proporcionalmente poucas se consideramos todos os habitantes de nosso planeta ? experimentaram essa sensação indesejada e incômoda no dia 20 de dezembro do ano que se foi (1996).
Aos 62 anos, Carl Sagan, o astrônomo norte-americano, o sábio ser humano do planeta Terra, nos deixou.
Os astrônomos sabem que quanto maior e mais brilhante é uma estrela, mais rápida e furtiva é sua existência. E a estrela de Sagan sempre brilhou muito… muito intensamente.
Ficamos órfãos ? todos nós, que acreditamos que nossa época e nossas conquistas são as mais notáveis de nossa jornada neste Universo ? de nosso paradigma, nossa pipe-line, nosso exemplo, nosso mestre”.

