Saggia, croqueteria

Boletim: prefeito de SBC, Luiz Marinho, ex-sindicalista…ex, ex.

Padrão - 29/08/2011

Sr. Oyama de Shichiary – Japão dá depoimento emocionante sobre o Tsunami

Prá não nos esquecermos de lembrar de dizer NÃO às Usinas Nucleares (3).

Continuo acompanhando os vídeos, fotos e depoimentos sobre o Tsunami de 2011 no Japão para sermos contra as Usinas Nucleares, já que contra a natureza não podemos ser.

Crianças buscam pais desaparecidos no tsunami

Prá não nos esquecermos de lembrar de dizer NÃO às Usinas Nucleares (2).

“Às vezes, quem lembra é tido como sinônimo de chatisse. Às vezes, quem esquece é o responsável pelo inusitado”.- Geanete

Sulamita, 02 de fevereiro…data do seu nascimento

Padrão - 02/02/2011

Há dias nos calamos sobre o desaparecimento da amiga Sulamita Scaquetti Pinto.
Refletimos a vida como a conhecemos aqui em nosso planeta como estando sempre sustentada por um fio de seda invisível. Como sendo um minúsculo ponto na imensidão do Universo e sendo regida por si, sem nenhuma possibilidade de administrá-la. Em fração de milésimos de segundos temos todo o nosso imaginável poder sobre ela, a vida, abalado e jogado à terra em cotidiana demonstração da supremacia do incompreensível.
Em tempo não cronometrado um coração pára de pulsar, um cérebro entra em espasmo orbital, em segundos perdemos o eixo e a visão de quem amamos.
E só não os perdemos por completo, os que queremos bem, ao entendermos ou aceitarmos uma eterna e clara presença não corporal através da perpetuação dos pensamentos e das ações por eles praticadas ao longo de suas passagem por este sistema terrestre ainda tão desconhecido pela ciência.
Nessa fragilizada e incompreesível situação dos nossos entes desaparecidos em situações conflitantes que nos fogem à razão,

hoje, 02 de fevereiro, Sulamita comemora a data do seu aniversário em algum ponto deste Brasil por nós desconhecido.

Que as luzes do reconhecimento estejam ao seu lado e que la possa reconhecer seu local de origem e dar um sinal aos seus pais ou amigos para que possamos buscá-la a fim de que ocupe seu lugar de direito: aqui, conosco.

Sem mais demoras, pela volta da Sulamita.

Amor sem limite por Sulamita_Scaquetti_Pinto – DESAPARECIDA

Amigos, divulguem o vídeo sobre a Sulamita, desaparecida desde a6/09/2010 em São Bernardo/SP. Ele foi feito por seu namorado, o Sérgio, e está rico em fotos que podem chegar de Norte a Sul do BR se nos empenharmos e usarmos a Internet por tão boas causas. Que presente maior podemos dar à família de um filho desaparecido do que a sua volta?
Obrigada e bj no coração de todos que entendem o valor maior de uma amizade!

Por Sulamita Scaquetti Pinto e todos que nos deixam sem comunicação por tempo indeterminado

Padrão, Saúde - 14/11/2010

Recebi por e-mail, o texto que transcrevo abaixo em uma exposição clara do amigo Moacyr sobre o que acontece com os familiares das pessoas desaparecidas por este Brasil de território ”inalcansável” e de um povo inegavelmente “fraterno”.

Realço aqui a importância dessa solicitação que salta aos olhos de quem precisou dos serviços de comunicação quando do desaparecimento da Sula e viu o quanto é falho, por não dizer quase inexistente. Não há conexão entre os órgãos de atendimento da saúde quer física quanto mental, mesmo nestes tempos de modernas e importantes tecnologias para tal.

Quando você precisa de uma informação como neste caso sobre se houve a entrada de algum paciente com as características da Sula que no dia do desaparecimento estava sem seus documentos e mesmo sem raciocínio claro, uma vez que largara o tratamento médico-terapêutico abruptamente, você tem que ter gente disponível para estar pessoalmente buscando as informações em todos os locais que acolhem pessoas encontradas nesse estado, ou mesmo acidentadas ou mesmo agredidas fisicamente. Enfim, é uma via crucis infindável que na maioria dos casos recai na impossibilidade da busca real pela falta de comunicação e de conhecimento sobre todos os lugares existentes.

Mas faltou nos dizer, Moacyr, como começarmos uma campanha para o desenvolvimento e implantação de um sistema ùnico real de comunicação entre os diferentes órgãos que podem e devem intervir em tais situações, como: Delegacias comuns e especializadas em desaparecimentos, Hospitais de doenças físicas e mentais, Albergues, Ongs, etc…

Desde os primeiros dias do desaparecimento da Sula em 16 de setembro último que amigos ao lado dos seus familiares fazem o caminho da via crucis  e com certeza não percorreram nesses 2 meses do seu desaparecimento um décimo dos lugares possíveis  de a terem acolhido sem documentos e sem memória passada.

Aguardamos de sua parte, Moacyr, o início de um movimento via internet e/ou mesmo via logradouros com assinaturas (1 milhão de pessoas) para levarmos a Brasília e seu novo parlamento e fazermos, sim, de Sulamita e com certeza de várias famílias que se juntarão a nós, uma bandeira pela criação de uma rede de banco de dados de pessoas desaparecidas com conecção em todo o País.

Abraços fraternos! Geanete

Abaixo, os 2 últimos  e-mails do pai da Sulamita: 

Pedido de socorro com sugestão para intervenç ão em rede da saúde mental por Moacyr Pinto

Amigos(as) e companheiros(as),
 
Temos não procurado fazer da procura pela minha filha Sulamita nenhuma “bandeira de luta”, contra ou a favor disso ou daquilo, mas a oportunidade que vislumbramos, a partir da colaboração de algumas pessoas que vêm participando dessa fantástica rede de apoio que veio se formando e que tem servido para realimentar cotidianamente as nossas esperanças, que nos ajudaram a ter acesso aos endereços, nem todos eletrônicos, da Coordenação Nacional de Saúde Mental, das respectivas coordenações estaduais e de muitas unidades de atendimento locais existentes no país, estamos fazendo um pedido especial pela Sulamita aos responsáveis por toda essa Rede, mas também, como vocês poderão constatar, sugerindo a criação de uma espécie de SERVIÇO NACIONAL DE BUSCA ÀS PESSOAS DESAPARECIDAS,  que envolva não apenas os setores de Saúde Mental dos governos federal, estadual e unidades de atendimento localizadas nos municípios, mas também as esferas dos Direitos Humanos, policiais, setores de comunicação (especialmente as redes públicas de rádio e tv), etc, etc., firmando um PROTOCOLO COM NORMAS SERVIÇO COM ESSA FINALIDADE.
 
Na procura pela Sulamita aprendemos muitas coisas, uma delas é que o problema do desaparecimento é “democrático”, por atingir igualmente pobres e ricos, etc, etc, mas é mais cruel com aqueles(as) que não recebem o apoio que estamos recebendo, graças à nossa própria história de vida. Por isso, peço-lhes mais essa ajuda: que cada um(a) (pessoas e instituições) dentro da sua possibilidade e capacidade de influência, que acreditar qe essa nossa iniciativa poderá, para o futuro,  ajudar a facilitar a busca às pessoas desaparecidas em nosso país de maneira mais humana e mais eficaz, que nos ajude a fazer essa idéia andar!
 
Com um abraço mais uma vez agradecido, em meu nome e da minha família,
 
Moacyr Pinto  

Caros senhor Pedro Gabriel e equipe (com cópia para as coordenações estaduais de Saúde Mental e núcleos de atendimento identificados em todo o país),

 Meu nome é Moacyr Pinto da Silva, Sociólogo e Educador aposentado, ex-Secretário Municipal de Educação em São José dos Campos – SP, onde resido, nos anos de 1993 e 94. Estou vivendo um drama pessoal e familiar, com certa repercussão na imprensa e na sociedade, para o qual estamos desesperadamente precisando de ajuda, fato que não nos impede de tentar colaborar para que outros casos idênticos ao nosso possam ser solucionados e, para isso, entendemos que a intervenção da rede de atendimento da Saúde Mental em todo o país poderá ser fundamental, minorando o sofrimento de muitos e aperfeiçoando e, porque não dizer, em muitos casos reduzindo a necessidade de atendimento para muitas pessoas que às vezes estão apenas precisando reencontrar o caminho de casa.
 
   Minha filha Sulamita,de 32 anos, com formação superior quase completa, mãe de um filho de 6 anos e que vinha levando uma vida relativamente normal nos últimos tempos está desaparecida desde o dia 16 de setembro de 2010, quando, em surto, muito provavelmente por ter parado bruscamente de tomar medicamentos anti-depressivos – ou de tê-los misturado com “drogas para emagrecimento rápido” – foi vista entrando em um “Monte”, desses para os quais algumas seitas evangélicas orientam seus fiéis para orar, de onde deve ter saído de alguma forma, porque, depois de 5 dias de intensas buscas em suas matas, a polícia especializada de São Paulo considerou que ali ela não estava mais, nem viva, nem morta; fato que aumentou as nossas esperanças de encontrá-la com vida. O monte fica em São Bernardo do Campo – cidade onde ela vinha vivendo já há 2 anos – nas margens da Via Anchieta.
 
   Meu pedido quase em desespero, em meu nome e em nome da minha família, é de ajuda da Coordenação Nacional de Saúde Mental, juntamente com as coordenações estaduais e os serviços locais, no sentido de tentar localizar e identificar a minha filha. Nosso pedido especialmente dirigido para vocês se baseia no fato de que, em nossa observação, a maioria das pessoas desaparecidas, em particular as adultas, estão com problemas mentais, muitas vezes com ocorrência de perda de memória ou equivalente, fato que dificulta o reencontro com a família.
 
   Não sei explicar tecnicamente, mas meu raciocínio, quero crer, é claro e facilmente compreensível. Nesses casos, temos sabido que, por vias as mais diversas, as pessoas que têm sido encontradas, a maioria o são pelo caminho do Setor de Saúde, especialmente da Saúde Mental.   
 
   Sendo assim, no caso particular da procura pela Sulamita, estou repassando para vocês duas fotos, em forma de cartazes, em word, que poderão inclusive ser impressos, um apenas do rosto, com ela numa situação de aparente depressão, por isso talvez mais próxima da sua realidade atual; e outra com diversas pequenas fotos onde ela poderá ser identificada, COM ESPECIAL ATENÇÃO PARA A PRESENÇA DE UMA GRANDE TATUAGEM COLORIDA NAS COSTAS, marca essa que certamente ela não perderá com o desgaste da rua.
 
   Não consegui obter o endereço eletrônico da maioria das unidades locais de Saúde Mental do país, por isso, peço-lhes encarecidamente, que nos ajudem a atingi-las, pois são elas que lidam com a realidade do dia a dia.
 
   Como SUGESTÃO MAIS AMPLA, gostaria de motivá-los a tomar a iniciativa – juntos aos organismos policiais, Secretarias de Direitos Humanos dos governos federal, estaduais e municipais, com apoio da imprensa, etc, etc, – no sentido de se criar uma REDE PERMANENTE DE BUSCA DAS PESSOAS DESAPARECIDAS em todo o país. Mais um dos nossos “problemas invísiveis”, que têm contribuído para aniquilar a existência de tantas famílias por todo o país, independente das condições sociais, ideologias, crenças, etc, etc. Temos visto mães, pais e irmãos procurando seus entes queridos há 15 anos, sem ao menos serem percebidos pelas autoridades e por quem não vive o problema.
 
   Pedindo desculpas pela tom desesperado e quase apelativo desse pedido de socorro, fico aguardando, com meus familiares o retorno de V. Senhorias.
 
 Desde já muito obrigado!
 
Moacyr Pinto da Silva
 

Procura-se Sulamita Scaquetti, um ato de fraternidade

Padrão - 08/11/2010

Uma internalta, até então nossa desconhecida, criou uma comunidade a procura da nossa amiga Sulamita. Que maravilha ver pessoas ainda tão fraternas neste Universo onde alguns pensam em “afogar nordestinos”.
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=106849373
Obrigada, Carolina!
Que muitos aprendam como você a utilizarem estes nossos espaços sociais para coisas humanitárias como esta.
Abraços! Geanete

A ressaca da eleição

Que tal levar a Sulamita (desaparecida em São Bernardo, 16/09) para os locais de votação?

Padrão - 26/10/2010

Este é um pedido do amigo Moacyr aos nossos amigos:

“Amigos(as) e companheiros(as),

Que tal levar a Sulamita para os locais de votação? Tanto quem vai  (Leia mais sobre este artigo)
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