As pessoas têm estrelas que não são as mesmas.
Para uns, que viajam, as estrelas são guias.
Para outros, elas não passam de pequenas luzes.
Para outros, os sábios, são problemas.
Para o meu negociante, eram ouro.
Mas todas essas estrelas se calam.
Tu porém terás estrelas como nínguém (…)
quando olhares o céu de noite,
porque habitarei uma delas,
porque numa delas estarei rindo,
então será como se todas as estrelas te rissem!
E tu terás estrelas que sabem rir!
(Antoine de Saint-Exupéry )
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Ao fundo Luciano Pavarotti. À frente, a tela do PC. Entre o quente e o frio, eu. Entre a vida e a morte, acordo nesta manhã ensolarada de 7 de setembro com 365 dias a mais em meu caderno de memórias terrenas. E um dia a menos no de Pavarotti. Entre o real e o irreal, sua voz ocupa todos os espaços possíveis desta mente que aos 57 anos teve a graça de já ter vivido entre o possível e (Leia mais sobre este artigo)
Andei pensando…
Quando o meu mundo era apenas o sítio dos meus país, na roça, no interior do estado de São Paulo, meu objeto de desejo era achar uma goiabona madura no único pé existente no quintal de casa. Todos os dias eu dava uma procuradinha!
Houve um tempo, ainda na minha infância, já (Leia mais sobre este artigo)
SBC, 13 de agosto de 2007.
Caríssima Dalva,
Em razão de você não ter podido, ontem, vivenciar conosco uma experiência singular, sinto-me moralmente compelido a relatar os fatos que se seguem, para que fiquem registrados nos anais da história de nossa Escola. Posso viver mais cem anos que ainda haverá tanto para me surpreender!
Como você está a par, (Leia mais sobre este artigo)
NÓS tínhamos nosso próprio herói. Ele era destemido, forte como um touro. Era invencível. Não usava máscaras e não voava como pássaro, mas pisava firme como um rei. Não andava armado, mas tinha muita astúcia, sabedoria no olhar e destreza nas mãos.
Nada nos faltava. Nosso herói transformava (Leia mais sobre este artigo)
Passo rápido pela Rua da Eternidade. Um sacrilégio. Deveria passar por esta rua, calmamente, sem pressa, sem compromissos, leve, solto, nada nos bolsos ou nas mãos. Essa rua começa em uma pequena praça em minha cidade e termina na Estrada das Lágrimas. Não é sugestivo? Depois da eternidade, chega-se as lágrimas ou pode-se ser o inverso: depois das lágrimas a eternidade.
Quando menino eu (Leia mais sobre este artigo)
por Ge-silícia
O silêncio é tão poderoso quanto as palavras.
Vocês já viveram o instante em que isso se tornou realidade?
As grandes alquimias são feitas no silêncio da palavra, do dia, da cidade?
Sejam elas alquimias científicas ou alquimias amorosas.
O silêncio é imperativo.
O silêncio é a resposta negativa a um ato indesejado.
O silêncio é a ausência das interferências nefastas.
É no silênio, ausência das palavras pronunciadas, que se descobre o olhar, as mãos, a mente, o coração.
É desse silêncio que os poetas se apoderam criando imagens para escrevê-las em rimas.
É nesse silêncio que os sábios (Leia mais sobre este artigo)
O sabugueiro serve para fazer uma infusão infalível para febre, diziam os antigos vizinhos, principalmente aqueles de origem interiorana. Muitos conhecimentos sobre as plantas que herdamos, não apenas dos povos nativos, que me recuso a chamá-los de indígenas, mas também dos próprios europeus e povos orientais. Está o chá e o café que confirmam isso. Mas vamos voltar ao pé de sabugueiro que reinava majestoso nos fundos do meu quintal.
Na primavera dava flores brancas em cachos que era a alegria das abelhas que circulavam por ali.
E muitas vezes acordava (Leia mais sobre este artigo)