Grândola Vila Morena – homenagem a Zeca Afonso – 2007
Estava conversando com meu amigo professor e escritor, Moacyr Pinto, sobre sua recém viagem a Portugal e Espanha. Dizia-lhe que na busca da identificação de alguns países europeus quanto às suas energias (predominância Yin ou Yang) refletidas no seu povo, eu fizera descobertas quanto à maravilhas dos fados. Inclusive, postado aqui em nosso blog alguns vídeos de cantores fadistas retirados do You tube e coisa e tal…
Moacyr prontamente me respondeu que devia procurar ouvir Zeca Afonso e conhecer sobre sua história.
Fiz e estou fazendo. Sigo seu conselho…
Realmente, caro Moacyr, aqui está um momento inesquecível da história contemporânea de um povo que viveu por décadas sob a égide de uma ditadura. Deixo prá você, excelente sociólogo, as digressões políticas dos fatos, pois para mim ditadura é ditadura… basta ver os vídeos também históricos sobre a China, o Tibet, Mianmar e por que não da nossa própria história e a de todos os povos oprimidos quer pela ditadura do regime quer pela ditadura da fome.
Mas vivamos essa belíssima homenagem ao homem poeta, músico, professor, povo: José Afonso, ou simplesmente Zeca da Grândola Vila Morena.
José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 ? Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987), mais conhecido por José Afonso ou Zeca Afonso, foi um cantor e compositor português. Não obstante o seu trabalho com o fado de Coimbra e a música tradicional, vulgo folk português, José Afonso ficou indelevelmente associado pelo imaginário coletivo à música de intervenção, através da qual criticava o Estado Novo, regime de ditadura vigente em Portugal entre 1933 e 1974.
Traz Outro Amigo Também – Vitorino
Em homenagem a Rosária, minha mãe.
Poderia ser um simples “happy birthday to you”. Mas não é.
É uma homenagem àqueles que se rebelaram em forma de poesia de rima livre, de músicas com acordes dissonantes, de ações à rivelia. Àqueles que sairam da mesmice, das bases familiares rompendo com (Leia mais sobre este artigo)

