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	<title>Blog dos Biotipos &#187; Política</title>
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	<description>Biotipologia, Ciência, Fitoterapia e Produtos Naturais</description>
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		<title>Brutalidade dos últimos dias contra a mulher. Texto da Profª Débora Diniz &#8211; Antropóloga e Profª da Uni de Brasília</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como a saúde só existe quando falamos de vida e por achar a contribuição da Profª e Antropóloga Débora Diniz, extremamente pertinente ao momento em que vivenciamos a desestruturação da nossa sociedade não só fisicamente como mentalmente pelas inúmeras informações negativas que recebemos a cada minuto em que estamos conectados com o Universo, resolvi aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code>Como a saúde só existe quando falamos de vida e por achar a contribuição da Profª e Antropóloga Débora Diniz, extremamente pertinente ao momento em que vivenciamos a desestruturação da nossa sociedade não só fisicamente como mentalmente pelas inúmeras informações negativas que recebemos a cada minuto em que estamos conectados com o Universo, resolvi aqui editá-lo para conhecimento e reflexão de nossos amigos leitores. </code>Profª <em>Geanete</em></p>
<p>&#8220;A brutalidade não é constitutiva da natureza masculina, mas um dispositivo de uma sociedade que reduz as mulheres a objetos de prazer e consumo dos homens.<br />
Eliza Samudio está morta. Ela foi sequestrada, torturada e assassinada. Seu corpo foi esquartejado para servir de alimento para uma matilha de cães famintos. A polícia ainda procura vestígios de sangue no sítio em que ela foi morta ou pistas do que restou do seu corpo para <span id="more-2244"></span>fechar esse enredo macabro. As investigações policiais indicam que os algozes de Eliza agiram a pedido de seu ex-namorado, o goleiro do Flamengo, Bruno. Ele nega ter encomendado o crime, mas a conf issão veio de um adolescente que teria participado do sequestro de Eliza. Desde então, de herói e &#8220;patrimônio do Flamengo&#8221;, nas palavras de seu ex-advogado, Bruno tornou-se um ser abjeto. Ele não é mais aclamado por uma multidão de torcedores gritando em uníssono o seu nome após uma partida de futebol. O urro agora é de &#8220;assassino&#8221;.<br />
O que motiva um homem a matar sua ex-namorada? O crime passional não é um ato de amor, mas de ódio. Em algum momento do encontro afetivo entre duas pessoas, o desejo de posse se converte em um impulso de aniquilamento: só a morte é capaz de silenciar o incômodo pela existência do outro. Não há como sair à procura de razoabilidade para esse desejo de morte entre ex-casais, pois seu sentido não está apenas nos indivíduos e em suas histórias passionais, mas em uma matriz cultural que tolera a desigualdade entre homens e mulheres. Tentar explicar o crime passional por particularidades dos conflitos é simplesmente dar se ntido a algo que se recusa à razão. Não foi o aborto não realizado por Eliza, não foi o anúncio de que o filho de Eliza era de Bruno, nem foi o vídeo distribuído no YouTube o que provocou a ira de Bruno. O ódio é latente como um atributo dos homens violentos em seus encontros afetivos e sexuais.<br />
Como em outras histórias de crimes passionais, o final trágico de Eliza estava anunciado como uma profecia autorrealizadora. Em um vídeo disponível na internet, Eliza descreve os comportamentos violentos de Bruno, anuncia seus temores, repete a frase que centenas de mulheres em relacionamentos violentos já pronunciaram: &#8220;Eu não sei do que ele é capaz&#8221;. Elas temem seus companheiros, mas não conseguem escapar desse enredo perverso de sedução. A pergunta óbvia é: por que elas se mantêm nos relacionamentos se temem a violência? Por que, jovem e bonita, Eliza não foi capaz de escapar de suas investidas amorosas? Por que centenas de mulheres anônimas vítimas de violência, antes da Lei Maria da Penha, procuravam as delegacias para retirar a queixa contra seus companheiros? Que compaixão feminina é essa que toleraria viver sob a ameaça de agressão e violência? Haveria mulheres que teriam prazer nesse jogo violento?<br />
Não se trata de compaixão nem de masoquismo das mulheres. A resposta é muito mais complexa do que qualquer estudo de sociologia de gênero ou de psicologia das práticas afetivas poderia demonstrar. Bruno e outros homens violentos são indivíduos comuns, trabalhadores, esportistas, pais de família, bons filhos e cidadãos cumpridores de seus deveres. Esporadicamente, eles agridem suas mulheres. Como Eliza, outras mulheres vítimas de violência lidam com essa complexidade de seus companheiros: homens que ora são amantes, cuidadores e provedores, ora são violentos e aterrorizantes. O difícil para todas elas é discernir que a violência não é parte necessária da complexidade humana, e muito menos d os pactos afetivos e sexuais. É possível haver relacionamentos amorosos sem passionalidade e violência. É possível viver com homens amantes, cuidadores e provedores, porém pacíficos. A violência não é constitutiva da natureza masculina, mas sim um dispositivo cultural de uma sociedade patriarcal que reduz os corpos das mulheres a objetos de prazer e consumo dos homens.<br />
A violência conjugal é muito mais comum do que se imagina. Não foi por acaso que, quando interpelado sobre um caso de violência de outro jogador de seu clube de futebol, Bruno rebateu: &#8220;Qual de vocês que é casado não discutiu, que não saiu na mão com a mulher, né cara? Não tem jeito. Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher&#8221;. Há pelo menos dois equívocos nessa compreensão estreita sobre a ordem social. O primeiro é que nem todos os homens agridem suas companheiras. Embora a violência de gênero seja um fenômeno universal, não é uma prática de todos os homens. O segundo, e mais importante, é que a vida privada não é um espaço sacralizado e distante das regras de civilidade e justiça. O Estado tem o direito e o dever de atuar para garantir a igualdade entre homens e mulheres, seja na casa ou na rua. A Lei Maria da Penha é a resposta mais sistemática e eficiente que o Estado brasileiro já deu para romper com essa complexidade da violência de gênero.<br />
Infelizmente, Eliza Samudio está morta. Morreu torturada e certamente consciente de quem eram seus algozes. O sofrimento de Eliza nos provoca espanto. A surpresa pelo absurdo dessa dor tem que ser capaz de nos mover para a mudança de padrões sociais injustos. O modelo patriarcal é uma das explicações para o fenômeno da violência contra a mulher, pois a reduz a objeto de posse e prazer dos homens. Bruno não é louco, apenas corporifica essa ordem social perversa.<br />
Outra hipótese de compreensão do fenômeno é a persistência da impunidade à violência de gênero. A impunidade facilita o surgimento das redes de proteção aos agressores e enfraquece nossa sensibilidade à dor das vítimas. A aplicação do castigo aos agressores não é suficiente para modificar os padrões culturais de opressão, mas indica que modelo de sociedade queremos para garantir a vida das mulheres&#8221;.</p>
<p><code>DEBORA DINIZ É ANTROPÓLOGA E PROFESSORA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA</code></p>
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		<title>Procedimento de Acupuntura pelo SUS cresce mais de 120%</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 18:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acupuntura e terapias tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Amigos terapeutas, leiam após meu texto a notícia abaixo publicada hoje na UOL.
Há tempos atrás fiz uma análise com os amigos terapeutas mais próximos que o futuro das Terapias Alternativas: legalização e acesso a todos, conforme artigo abaixo seria o futuro em nosso país.
Fico contente com que isso esteja acontecendo bem antes do que previa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos terapeutas, leiam após meu texto a notícia abaixo publicada hoje na UOL.</p>
<p><strong>Há tempos atrás fiz uma análise com os amigos terapeutas mais próximos que o futuro das Terapias Alternativas: legalização e acesso a todos, conforme artigo abaixo seria o futuro em nosso país.<br />
Fico contente com que isso esteja acontecendo bem antes do que previa. Por certo, continuarão clinicando alguns papas das Terapias Alternativas que já têm uma clientela fiel, normalmente das classes sociais mais altas.<br />
Sei também que infelizmente muitos de nós que ainda não tínhamos clientela formada talvez percamos o campo de possível atuação. Porém, <span id="more-2077"></span>como socialista que sou, não posso deixar de reconhecer que por certo já temos muito mais pessoas das classes populares frequentando e se beneficiando da ciência contida nas Terapias Alternativas do que podiamos imaginar.<br />
Não me iludi em poder me especializar e atuar na área terapêutica com as especialidades de Acupuntura, Homeopatia e Florais não tendo formação oficial em algumas das áreas da saúde já reconhecidas como pré-habilitação ou requisito para o exercício de Terapêutica Holística.<br />
Ao fazer cursos livres na área das Terapias Alternativas, sempre, apesar de ter me dedicado ao máximo neles, falava sobre a necessidade de termos Faculdades e/ou Universidades reconhecidas e regulamentadas para a formação acadêmica de Terapeutas.<br />
Ainda sonho com essa realização e, possivelmente, quando ela acontecer serei uma de suas primeiras alunas apesar das minhas décadas de vida.<br />
Sim, sim, já temos alguns cursos funcionando em determinadas instituições, mas ainda não são Universidades totalmente voltadas às terapias alternativas com formação totalmente adequadas ao que se propõem.<br />
De qualquer forma foi preciso que muitos terapeutas se arriscassem por mais de três décadas para que a considerada comunidade científica do país reconhecesse as milenares técnicas como científicas e até a pleiteiem para si.<br />
<code>Homenagens a esses dedicados Terapeutas, precursores da saúde holística no país.</code><br />
Mas esse foi um caminho. Um caminho que, iclusive, o atual governo ousou acreditar e transformar em lei.<br />
O Brasil é mesmo um país surpreendente. De altos e baixos. Mas realmente interessante. <em>Geanete</em></strong></p>
<p><code>UOL/Ciência e Saúde 05/01/2010 - 11h42<br />
Da Agência Brasil</code><br />
Dados do Ministério da Saúde revelam aumento no número de procedimentos de medicina não convencional (acupuntura, homeopatia, plantas medicinais e fitoterapia) no Sistema Único de Saúde (SUS). De 2007 para 2008, as consultas de acupuntura, por exemplo, cresceram 122,7% , passando de 97.240 sessões para 216.616.</p>
<p>No caso das práticas corporais, que incluem tai chi chuan e lian gong, o crescimento foi de 358% nos últimos três anos, de acordo com o ministério.</p>
<p>A coordenadora da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), Carmen De Simoni, aponta três fatores para a expansão da medicina não convencional dentro da rede pública de saúde: a criação da política, em 2006, que incluiu procedimentos antes não existentes no SUS ou ainda pouco utilizados, a divulgação das práticas visando acabar com o estigma em relação à medicina não convencional e o incentivo aos profissionais para a adoção desses procedimentos.</p>
<p>?Houve estímulo aos profissionais que já estavam no SUS, que são homeopatas e acupunturistas, a colocarem à disposição do sistema esse conhecimento?, disse a coordenadora à Agência Brasil.</p>
<p>Além disso, o governo federal aplicou recursos maciços na ampliação da medicina alternativa. Na homeopatia, o investimento saiu de R$ 611,3 mil, em 2000, para R$ 2,9 milhões, em 2008, incremento de cerca 383%. Em acupuntura, o desembolso teve aumento de aproximadamente 1.420% nesse mesmo período, de R$ 278 mil para R$ 3,9 milhões.</p>
<p>Para o presidente da Associação Brasileira de Acupuntura, que oferece cursos na área, Evaldo Martins, o baixo custo da técnica milenar chinesa, que usa agulhas, e a rápida recuperação do paciente contribuíram para a expansão da prática no SUS. O atendimento é feito, na maior parte dos casos, em postos de saúde e nos Núcleos de Saúde da Família por médicos especializados ou acupunturistas.</p>
<p>Ele critica entretanto o projeto de lei conhecido como Ato Médico &#8211; que dispõe sobre as atividades privativas da profissão &#8211; e prevê prejuízos na prestação dos serviços à população se a proposta virar lei. Segundo ele, estima-se que existam 30 mil acupunturistas no país, sendo apenas 25% médicos.</p>
<p>Alguns profissionais de saúde também divergem sobre o projeto sob alegação de que procedimentos, atualmente desempenhados por outras categorias, se tornarão exclusivos dos médicos.</p>
<p>Para a coordenadora Carmen De Simoni, a tendência é de crescimento no número de consultas e o projeto não será um obstáculo a essa ampliação.</p>
<p>?Acredito que todas as categorias de saúde tenham o que aportar ao cuidado em saúde e também acredito que a categoria médica é muito relevante, tem muito a contribuir, assim como a fisioterapia, a biologia e a enfermagem e as 14 categorias da saúde. Não vamos ter nenhum tipo de redução [na prestação do atendimento alternativo] por aprovação de algo tão esperado como a lei de exercício de uma categoria profissional?, afirmou a coordenadora.</p>
<p>O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados, em outubro passado, e volta ao Senado para votação.</p>
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		<title>Escola &amp; Alimentação</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 19:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[suspensão das aulas]]></category>

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		<description><![CDATA[vide  www.educacaosuina.com.br
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>vide <strong> <a href="http://www.educacaosuina.com.br">www.educacaosuina.com.br</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>BBC &#8211; Muito além do Cidadao KANE (1993)</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 15:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[ Polêmico documentário feito plea BBC de Londres há 16 anos atrás &#8211; 1993 -, disponível para nossas reflexões.
 
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-570340003958234038"> Polêmico documentário feito plea BBC de Londres </a>há 16 anos atrás &#8211; 1993 -, disponível para nossas reflexões.</strong></p>
<p><embed id="VideoPlayback" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-570340003958234038&#038;hl=pt-BR&#038;fs=true" style="width:400px;height:326px" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" type="application/x-shockwave-flash"> </embed></p>
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		<title>Physically challenged kids running race &#8211; Stalin</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 09:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[corrida de paraplégicos]]></category>
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		<description><![CDATA[As imagens falam&#8230; Geanete

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As imagens falam&#8230; </strong><em>Geanete</em></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5LeKf1SCZKo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5LeKf1SCZKo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Piratas da Somália</title>
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		<pubDate>Sun, 24 May 2009 21:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[New York Times]]></category>
		<category><![CDATA[piratas]]></category>
		<category><![CDATA[Somália]]></category>

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		<description><![CDATA[Reportagem do The New York Times sobre os piratas da costa da Somália. UOL Notícias 

BOB MMARLEY &#8211; WAR 
Até que a filosofia que torna uma raça
superior e outra inferior
Seja finalmente e permanentemente desacreditada e abandonada
Haverá guerra, eu digo guerra.
Até que existam cidadões de primeira
e segunda classe em qualquer nação
Até que a cor da pele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reportagem do The New York Times sobre os piratas da costa da Somália. UOL Notícias </em><br />
<object width="100%" height="368"><param name="movie" value="http://st0.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/7/16/3E/&amp;id=201037&amp;host=http://st0.mais.uol.com.br&amp;mediaId=piratas-da-somalia-04023866CC992346" /><param name="wmode" value="window" /><embed width="100%" height="368" wmode="window" src="http://st0.mais.uol.com.br/embed.swf?path=/7/16/3E/&amp;id=201037&amp;host=http://st0.mais.uol.com.br&amp;mediaId=piratas-da-somalia-04023866CC992346" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></p>
<p><strong>BOB MMARLEY &#8211; WAR </strong></p>
<p>Até que a filosofia que torna uma raça<br />
superior e outra inferior<br />
Seja finalmente e permanentemente desacreditada e abandonada<br />
Haverá guerra, eu <span id="more-1686"></span>digo guerra.</p>
<p>Até que existam cidadões de primeira<br />
e segunda classe em qualquer nação<br />
Até que a cor da pele de um homem<br />
Tenha maior significado que a cor dos seus olhos<br />
Haverá guerra</p>
<p>Até que todos os direitos básicos sejam<br />
igualmente garantidos para todos,<br />
a não ser que tenha consideração com a raça</p>
<p>Até esse dia<br />
O sonho da paz final, da almejada cidadania<br />
e o papel da moralidade, internacional.<br />
Não será mais que mera ilusão a ser percebida<br />
e nunca atingida<br />
Agora haverá guerra, rumores de guerra</p>
<p>Até que o governo que humilha nossos irmãos da Angola, em Mozambique<br />
Africado sul escravizada<br />
Não mais exista e seja destroído<br />
Haverá guerra, eu disse guerra</p>
<p>Guerra no leste, guerra no oeste<br />
Guerra no norte, guerra no sul<br />
Guerra, Guerra, rumores de guerra</p>
<p>Até esse dia, o continente africano<br />
não conhecerá a paz<br />
Nós africanos lutaremos, nós acharemos e conheceremos a vitória<br />
como nós somos confiantes da vitória</p>
<p>O bem sobre o mal, bem sobre o mal, bem sobre o mal<br />
Bem sobre o mal, bem sobre o mal, bem sobre o mal</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Terráqueos (earthlings)</title>
		<link>http://www.ceab.pro.br/blog/analises-e-comentarios/politica/terraqueos-earthlings/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 May 2009 08:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[earthlings]]></category>
		<category><![CDATA[eutanásia]]></category>
		<category><![CDATA[holocausto]]></category>
		<category><![CDATA[Terráqueos]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei se ando sensível demais ou medrosa demais. Sei que temo a rua à noite e deixo de caminhar livre porque tenho medo da vida livre que deixamos de ter por muito do que ouvimos e vemos sobre a violência cotidiana. 
Durmo mais cedo, acordo mais tarde. 
Mas nesta manhã, eu estava apenas vendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se ando sensível demais ou medrosa demais. Sei que temo a rua à noite e deixo de caminhar livre porque tenho medo da vida livre que deixamos de ter por muito do que ouvimos e vemos sobre a violência cotidiana. </p>
<p>Durmo mais cedo, acordo mais tarde. </p>
<p>Mas nesta manhã, eu estava apenas vendo vídeos sobre <em>Alimentação Viva</em> e em um dos sites sobre esse tema tinha o Documentário sobre a nossa dependência dos animais. Narrado pelo indicado ao Oscar Joaquin Phoenix (Gladiador). </p>
<p>Comecei a assisti-lo, mas parei no momento em que cães vão ser mortos em câmeras de gás&#8230; Neste momento, talvez pela sensibilidade aumentada nestes últimos anos em que o desconhecido me assusta revelando o medo da morte, inevitável, mas temível, me emocionei muito e fiquei sem coragem de prosseguir a assisti-lo&#8230;</p>
<p>Sim, vou acabar de assisti-lo. Por enquanto estou divulgando-o. </p>
<p>Me pareceu importante, muito importante, que ainda me sensibilizei e emocionei com tais cenas. Deve significar que ainda não perdi o senso de horror à subjugação, apesar de viver subjugada, porém imaginando ser livre com livre arbítrio.</p>
<p>Assistam. Concluam. Posicionem-se. <em>Geanete</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conheça os certificados existentes no Brasil para produtos ecologicamente corretos</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 08:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[IBD/FOAM Accredited]]></category>
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		<description><![CDATA[da Folha Online 
 Já é sabido que algumas lojas têm fabricado produtos orgânicos, ecologicamente corretos, os quais passaram por um processo de feitura consciente em relação às regras de preservação do planeta.
Algumas marcas do chamado comércio justo já estão presentes no mercado e alguns certificados que confirmam a maneira legal de produção de móveis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>da <em>Folha Online </em></p>
<p><img src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/livro_produtos_sustentaveis.jpg" alt="livro_produtos_sustentaveis" title="livro_produtos_sustentaveis" width="175" height="230" class="alignnone size-full wp-image-1517" /> Já é sabido que algumas lojas têm fabricado produtos orgânicos, ecologicamente corretos, os quais passaram por um processo de <span id="more-1516"></span>feitura consciente em relação às regras de preservação do planeta.<br />
Algumas marcas do chamado comércio justo já estão presentes no mercado e alguns certificados que confirmam a maneira legal de produção de móveis, cosméticos e alimentos, entre outros, já existem no Brasil. </p>
<p>O livro <strong>&#8220;Como Consumir sem Descuidar do Meio Ambiente&#8221;, </strong>de Siân Berry, editado pela Publifolha, dá exemplos das certificações de origem dos produtos para quem tem a boa intenção de colocar em prática algumas ações ecologicamente corretas. Saiba mais sobre o livro. </p>
<p>Uma transcrição de trecho da obra informa sobre os principais selos de produtos sustentáveis encontrados no Brasil. Veja: </p>
<p><strong>Produtos éticos </strong></p>
<p>A moda ética é uma tendência crescente. No ano passado, por exemplo, fui convidada para participar de um debate chamado &#8220;Is Green the New Black?&#8221; (algo como &#8220;Será Verde o Novo Pretinho Básico?&#8221;), e, se pudermos nos guiar pelo número de novas marcas que produzem roupas orgânicas ou do Comércio Justo, a onda da moda consciente parece ter vindo para ficar. </p>
<p>Infelizmente, as lojas das regiões comerciais onde as pessoas compram a maioria de suas roupas não seguem essa tendência com tanta rapidez. Embora várias lojas já estejam introduzindo linhas ecologicamente corretas, a maioria das roupas que vendem ainda é fabricada de maneiras que não respeitam nem o planeta nem os direitos de quem as produz. </p>
<p>Pode ser difícil descobrir a origem das roupas dessas lojas: a maioria das etiquetas não diz muito. &#8220;Made in&#8221; refere-se apenas ao local onde os toques finais foram dados, e não às áreas onde as matérias-primas foram cultivadas ou onde o tecido foi fabricado. Os certificados éticos também podem confundir. </p>
<p>Seria excelente ver símbolos mundiais nas etiquetas (como as instruções de lavagem) que fornecessem informações sobre o impacto ambiental e os direitos dos trabalhadores. Mas, enquanto isso não ocorre, aqui estão algumas certificações confiáveis que podem ser encontradas no Brasil. </p>
<p><strong>Certificado IBD/FOAM Accredited </strong></p>
<p>Certificado de produtos orgânicos, como alimentos e cosméticos. Garante que foram cultivados ou produzidos de formas sustentáveis, respeitando o meio ambiente e o trabalhador, e que os produtos estão livres de contaminação química. </p>
<p><strong>Fair Trade Brasil </strong></p>
<p>O selo Fair Trade significa que se levou em conta o bem-estar de trabalhadores e produtores rurais no cultivo do produto. Fazendeiros e cooperativas terão recebido um preço justo por sua produção e trabalhadores tiveram uma remuneração satisfatória pelo processamento ou colheita dos produtos, assim como condições de trabalho decentes. </p>
<p><strong>Selo FSC </strong></p>
<p>Atribuído pelo Conselho Brasileiro de Manejo Florestal, este selo garante que produtos como papel, madeira e castanhas tenham vindo de áreas de reflorestamento ou de mata nativa com manejo controlado. </p>
<p><strong>Comércio ético sem fronteiras </strong></p>
<p>A Ethical Trading Initiative (algo como &#8220;Iniciativa do Comércio Ético&#8221;) é uma associação de empresas, organizações não-governamentais e sindicatos. Sua função é criar e implementar códigos de práticas corporativas que sirvam de parâmetro para as condições de trabalho nas empresas que constituem seus fornecedores. Não existem garantias de que todas as mercadorias de uma empresa afiliada à iniciativa sejam produzidas por trabalhadores em condições adequadas de trabalho, mas ao menos elas estão discutindo o problema e buscando melhoras para o futuro.<br />
O site, www.ethicaltrade.org (em inglês), oferece ainda publicações (também em língua inglesa). </p>
<p><strong>Ethiscore </strong></p>
<p>A revista Ethical Consumer (em inglês, publicada no Reino Unido) desenvolveu um sistema que analisa produtos segundo uma série de critérios éticos, como condições de trabalho e proteção ao meio ambiente. O site da publicação (www.ethiscore.org, em inglês) dá acesso gratuito a grande parte das reportagens &#8211; apenas uma pequena parte é restrita aos assinantes. </p>
<p><strong>&#8220;50 Formas Inteligentes de Preservar o Planeta&#8221;</strong><br />
Autor: Siân Berry<br />
Editora: Publifolha<br />
Páginas: 128<br />
Quanto: R$ 19,90<br />
Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou no site da Publifolha. </p>
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		<title>As máfias da droga ganharam a guerra. E agora, o que faremos?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 07:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[coca]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[SIVE]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico]]></category>

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		<description><![CDATA[A luta contra as máfias fica sempre aquém de sua capacidade de regenerar-se, e cada vez mais instituições pedem para reconhecer o fracasso e atacar a demanda.
As máfias da droga se regeneram como a hidra da mitologia grega. Quando a luta policial bloqueia uma rota, ressurgem por um novo caminho; quando os campos de folha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A luta contra as máfias fica sempre aquém de sua capacidade de regenerar-se, e cada vez mais instituições pedem para reconhecer o fracasso e atacar a demanda.</p>
<p>As máfias da droga se regeneram como a hidra da mitologia grega. Quando a luta policial bloqueia uma rota, ressurgem por <span id="more-1439"></span>um novo caminho; quando os campos de folha de coca ou de ópio são fumigados, deslocam as plantações para outro lugar. Apesar de a caça mundial ao narcotráfico ter dado poucos frutos &#8211; os contrabandistas são cada vez mais poderosos, as drogas mais baratas e abundantes -, a maioria dos países resiste a experimentar alternativas além de uma perseguição esquizofrênica, cara e contraproducente. Há métodos mais eficazes para ganhar a guerra das drogas?</p>
<p>A questão ganhou força nos últimos meses. Era preciso avaliar a estratégia traçada em 1998 pela ONU para um período de dez anos, e os especialistas proclamaram a derrota na batalha contra os narcos e pediram o abandono de uma estratégia repressiva que utopicamente definiu como objetivo &#8220;um mundo livre das drogas&#8221;.</p>
<p>Para alcançar essa meta, alguns governos apostaram em erradicar a origem do mal. Mas as campanhas para eliminar com herbicida as colheitas de coca sul-americanas foram um desperdício de dinheiro, principalmente dos EUA: só conseguiram transferir as plantações para lugares mais escondidos e inacessíveis, e a produção mundial não diminuiu.</p>
<p>Semi-submersível é interceptado no Oceano Pacífico com cerca de 7 toneladas de cocaína </p>
<p>Também não funcionou bloquear as narco-rotas. Embora a ONU estime que atualmente se apreendem cerca de 42% da produção mundial de cocaína e 23% da de heroína, os especialistas em política antinarcóticos questionam a confiabilidade desses números e argumentam que a quantidade de droga que se vende nas ruas europeias ou americanas é cada vez maior, como prova a queda dos preços de venda, de 10% a 30% na última década.</p>
<p>Quanto mais as forças da ordem dificultaram a vida dos cartéis, mais engenho e recursos estes investiram. Um dos últimos exemplos da inesgotável capacidade do crime organizado para burlar as forças da lei são os narco-submarinos. São construídos em estaleiros clandestinos na selva colombiana e têm capacidade para transportar dez toneladas de cocaína, à flor da água, rumo ao lucrativo mercado americano. </p>
<p>A Guarda Costeira dos EUA, que já implementou um investimento milionário em sensores aquáticos, interceptou em 2008 uma média de dez semi-submersíveis por mês, embora estime que quatro em cada cinco chegam ao seu destino sem ser avistados. Os chefões da cocaína da Galícia (Espanha) usaram um narco-submarino pelo menos uma vez, em 2006, quando a Guarda Civil encontrou um abandonado na ria de Vigo.</p>
<p>Esta P&#038;D do tráfico de drogas cresce alimentada pela suculenta recompensa que representa cada operação realizada com sucesso. Se fosse um país, a narcoindústria seria a 21ª economia mundial, segundo a ONU, com um PIB anual de ? 243 bilhões, logo atrás da Suécia, com ? 272 bilhões. No Terceiro Mundo, os narcos são os empresários mais poderosos. Como na África Ocidental, onde países como Guiné-Bissau têm no comércio de mangas com a Índia sua principal fonte de renda legal. Com esses incentivos, não é estranho que, apesar das batidas policiais, sempre haja alguém disposto a arriscar passar a vida entre as grades para entrar no negócio.</p>
<p>&#8220;Os contrabandistas pagam aos agricultores US$ 300 pela folha de coca necessária para produzir um quilo de cocaína, que nas ruas americanas, vendida em doses de 1 grama a US$ 70 lhes dará US$ 100 mil&#8221;, explica Peter Reuter, professor da Universidade de Maryland e um dos mais reputados especialistas em políticas antidrogas, que não acredita que destinar mais recursos à repressão possa reduzir significativamente o volume de droga disponível nos mercados consumidores, EUA e Europa. &#8220;Seria mais eficaz diminuir a forte demanda de drogas nos países consumidores do que continuar insistindo em um controle inviável da oferta&#8221;, opina Reuter.</p>
<p>&#8220;É imperativo retificar a estratégia de guerra às drogas aplicadas nos últimos 30 anos&#8221;, critica um relatório publicado em fevereiro pela Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, com três ex-presidentes entre seus membros: Ernesto Zedillo (México), Fernando Henrique Cardoso (Brasil) e César Gaviria (Colômbia). &#8220;As políticas proibicionistas (&#8230;) não produziram os resultados esperados. Estamos mais longe que nunca do objetivo declarado de erradicação das drogas.&#8221; </p>
<p>O relatório acusa os EUA e a Europa de não fazer o suficiente para prevenir ou curar o apetite por drogas de seus cidadãos, que estimula a produção e o tráfico do resto do mundo. Apesar dos volumosos recursos investidos em políticas antidrogas (US$ 40 bilhões ao ano nos EUA e ? 34 bilhões na UE), só um em cada ? 4 é destinado à prevenção do consumo, enquanto o restante é investido em repressão ao crime.</p>
<p>Não é por acaso que as queixas provêm da região que é o principal campo de batalha na guerra contra os cartéis: no México, o desafio criminoso ao governo deixou mais de 7 mil mortos desde janeiro de 2008 (superando os 6.628 registrados na Palestina e Israel entre 2000 e 2008 pela ONG B&#8217;Tselem), e a sangria se estende por países vizinhos, como Guatemala e Honduras. A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, reconheceu que por não ter contido o consumo doméstico de drogas seu país é co-responsável pelo drama ao sul da fronteira.</p>
<p>Apostar em alternativas não significa que seja preciso baixar a guarda diante dos narcos, adverte Antonio María Costa, diretor-executivo do Agência da ONU contra as Drogas e o Crime (Unodc na sigla em inglês), um órgão que assiste e coordena os governos. Costa critica que haja lobbies pró-drogas que defendem a legalização como solução. &#8220;Não há necessidade de sacrificar a proteção da saúde do cidadão para reduzir o crime. Ambos os objetivos são compatíveis&#8221;, afirma.</p>
<p>Durante muito tempo, qualquer dissidência do discurso clássico proibicionista levantou suspeitas. Agora que os cartéis causam mais estragos que nunca, na América Central, África Ocidental ou Afeganistão, muitos se perguntam qual o sentido de os países terem deixado as máfias enriquecerem com o monopólio da droga, e propõem um regime de legalização controlado que lhes tiraria a participação de mercado.</p>
<p>&#8220;Eu não estranharia que em cinco ou dez anos surja com força na Europa o debate para legalizar a venda de maconha&#8221;, afirma Ethan Nadelmann, diretor-executivo da Aliança pela Política de Drogas, uma organização que promove a legalização da venda controlada de maconha nos EUA. Em seu país, o principal porta-bandeira da guerra contra as drogas, ainda são presos os consumidores, mas o governo Obama acaba de romper o tabu reinante durante décadas sobre alternativas contra as drogas com o anúncio de que apoiará com verbas federais os programas de distribuição de seringas para viciados.</p>
<p>&#8220;O debate para abandonar o proibicionismo nunca esteve tão quente nos EUA em 30 anos&#8221;, afirma Nadelmann. &#8220;Obama é mais inclinado a mudar o rumo, e isso vai afetar o resto do mundo porque reduzirá as pressões na Europa para avançar para políticas mais progressistas&#8221;, ele argumenta. </p>
<p>Partidários ou não da legalização, a filosofia que move os críticos do proibicionismo é que a sociedade deve se acostumar a conviver com as drogas e a reduzir os efeitos mais nocivos destas. &#8220;O ideal que continua movendo muitos governos é a erradicação total das drogas&#8221;, constata Iván Briscoe, especialista da Fundação para Relações Internacionais e o Diálogo (Fride) em narcotráfico. &#8220;No entanto, não há uma política realista que se proponha a reduzir outros crimes, que não levam aparelhada uma carga de moralidade tão extrema, como o furto ou o roubo de propriedades.&#8221; </p>
<p>Reuter acredita que, em última instância, a influência que o Estado pode exercer sobre a quantidade de droga que se consome é limitada porque são valores culturais e sociais que entram em jogo. &#8220;Há países com um consumo muito baixo apesar de nunca terem criado uma política pública antidrogas.&#8221;</p>
<p>Os paladinos da batalha sem quartel contra os traficantes reconhecem sua derrota, mas a atribuem à escassa coordenação policial e à pouca vontade dos governos para acabar com a lavagem de dinheiro. O esforço até agora foi uma colcha de retalhos de ações nacionais, e a cooperação não foi além do intercâmbio de informação e assistência técnica.</p>
<p>Haveria necessidade de uma força policial mundial? &#8220;Não é necessário pôr os policiais sob um mesmo comando&#8221;, contesta Amado Philip de Andrés, encarregado de desenvolvimento de programas da Unodc na América Latina. &#8220;O que nos preocupa é a pouca cooperação que houve até agora.&#8221; Markus Schultze-Kraft, diretor na América Latina do International Crisis Group, uma influente organização que assessora os governos em segurança, acredita que uma polícia internacional do narcotráfico é algo idealista.</p>
<p>&#8220;Ainda é difícil fazer-se entender os policiais de dois países que não compartilham o idioma, como Alemanha ou Espanha, quando trabalham em um corpo de intercâmbio de informação como o Europol.&#8221; Schultze-Kraft destaca o avanço que representa o Centro de Análise e Operações contra o Narcotráfico por Via Marítima (MAOC-N na sigla em inglês), em operação desde 2007. Com sede em Lisboa, pretende vigiar a costa entre a África do Sul e a Noruega, como faz desde 1989 do outro lado do Atlântico a americana Força-Tarefa Conjunta Interagências Sul (JIATF na sigla em inglês).</p>
<p>A Espanha, ponto quente em muitas das narco-rotas, é um dos países que mais gastam em luta policial contra a droga. Tenta proteger sua extensa fronteira costeira com uma sofisticada e dispendiosa mobilização de câmeras e sensores, o Sistema Integrado de Vigilância Exterior (SIVE), que já cobre Andaluzia, Múrcia e as ilhas Canárias, mas não espantou os narcotraficantes.</p>
<p>Sabem disso em Cádiz, província pioneira na instalação do SIVE, que apesar dos sucessos policiais &#8211; 25% das apreensões de droga da Espanha em 2008 &#8211; registra um tráfico cada vez mais intenso, como advertiu em diversas ocasiões a promotora antidrogas de Cádiz, Ángeles Ayuso.</p>
<p>&#8220;Quando desarticulam uma organização, no dia seguinte há outros dispostos a ocupar seu lugar&#8221;, critica Francisco Mena, presidente há 20 anos da Coordenadoria de Associações Antidrogas da província e conhecedor dos impulsos que levam tantos para as redes criminosas: &#8220;Um adolescente que vigia na praia a presença de guardas civis ganha cerca de ? 1.500, o que vende ganha entre ? 3 mil e ? 4 mil e o que a leva em seu carro, cerca de ? 6 mil&#8221;.</p>
<p>Apesar de tudo, e embora Cádiz seja uma das províncias andaluzas com maior consumo, Mena reconhece que a situação de segurança hoje é melhor que antes da implantação do SIVE. O Plano Nacional sobre Drogas deu ênfase crescente à prevenção e ao tratamento dos narcodependentes. Em 2004 o plano deixou de estar sob a órbita do Ministério do Interior para ser coordenado pela Saúde, marcando a passagem de um enfoque de ordem pública para a proteção da saúde.</p>
<p>&#8220;É preciso aprofundar na prevenção, mas o problema das drogas apresenta muitas faces e precisa de atuações em uma diversidade de âmbitos&#8221;, afirma a delegada do Plano Nacional de Drogas, Carmen Moya: &#8220;É verdade que as medidas repressivas exclusivamente não resolvem o problema, mas não podemos reduzir os meios policiais&#8221;. Se em 2003 havia 3.491 policiais e guardas civis combatendo o crime organizado, hoje são 10.653 os agentes dedicados a esse trabalho.</p>
<p>Em 2009 está prevista a ampliação do SIVE para leste, para conter a entrada de drogas pelo delta do Ebro, mas os narcos inauguraram uma nova via de acesso muito mais permeável, pela estrada dos Bálcãs, intensificaram a rota africana da cocaína e continuam colocando droga em botes de borracha, avionetas, contêineres de mercadorias ou nos intestinos de &#8220;mulas&#8221; em voos comerciais. A criatividade e a sofisticação dos traficantes parece não ter fim. A Polícia Nacional de Barcelona interceptou em 20 de março um pacote procedente da Venezuela que continha um aparelho de 42 peças &#8211; copos, pratos e vasilhas &#8211; fabricado com cocaína.</p>
<p>Fernando Peinado Alcaraz in Uol/notícias<br />
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves </p>
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		<title>60&#8242; pela Paz e Harmonia do Individuo e o Planeta</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 14:41:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biotipo Silícia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje, um daqueles dias em que uma ?Silicia? (biotipo) como eu acorda meio que fora do mundo por ter vivenciado uma noite de sonhos em branco e preto profundo, andado por lugares onde a beleza da harmonia das formas e das cores não se fez presente, foi um presente receber o vídeo da nossa amiga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, um daqueles dias em que uma ?Silicia? (biotipo) como eu acorda meio que fora do mundo por ter vivenciado uma noite de sonhos em branco e preto profundo, andado por lugares onde a beleza da harmonia das formas e das cores não se fez presente, foi um presente receber o vídeo da nossa amiga de mesmo Biotipo, a Stela.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Pl8ogqgOmFI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Pl8ogqgOmFI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Escutei e li as palavras desse <strong>Canto Budista para Paz e Harmonia do Individuo e Planetario</strong> colocado em seu canal stelalecocq e ele me elevou ao desligamento necessário das vivências da noite para o re-início mais tranquilo deste domingo pós-hora do planeta 2009. </p>
<p>Ao lado do seu vídeo de canto Budista no You tube estavam alguns vídeos sobre a hora do planeta 2009 e&#8230;<br />
Lembrei que não trabalhamos esse dia de oração por nosso planeta em <span id="more-1396"></span>nossa escola e nem aqui em casa&#8230; a não ser uma conversa com o Marcos, meu sobrinho que estava ontem à tarde aqui em casa.</p>
<p><em>Você chegou a compartrilhar desse momento com os seus? </em></p>
<p>Abri a lista de vídeos sobre esses 60? a nosso favor, pela vida, e não vi nenhum vídeo de SP. Tem videos do Rio, de Brasilia, de Rio Branco, de alguns depoimentos, mas de ?Sampa?, não. </p>
<p><em>E aqui em São Bernardo do Campo? </em></p>
<p>Às 20:30h de ontem fui ao terraço do ap onde moro e de onde temos uma bela visão da nossa cidade&#8230; do Prédio da Prefeitura a Rudge Ramos, da Anchieta a Sto André e&#8230; as casas, os prédios, as ruas&#8230; tudo esteve na mesma. O prédio da Prefeitura estava apagado, mas será que não fica apagado todos os dias? </p>
<p><em>O que me preocupa? </em></p>
<p>Não exatamente se você apagou suas luzes, se o meu vizinho apagou ou mesmo se nas escolas vizinhas a que leciono discutiram esse tema sobre a vida. </p>
<p>O que me preocupou foi eu no meio da ânsia de superar o dia a dia não ter me engajado mais de cabeça nesse movimento simbólico que nos pode fazer mais humanos ao lembrarmos que só vivemos porque o planeta respira. Foi refletir que só estamos por aqui porque temos as condições e a semelhança à vida do Universo. </p>
<p>O que está me preocupando neste exato momento é pensar se devemos ficar em ?paz? vivenciando diuturnamente, tanto em vigilia como em nossos sonhos a vida sem cores atormentada pelo medo, pelo estresse que a violação aos direitos humanos está nos causando com a supremacia das guerras, sejam elas com armas brancas, sejam elas com armas pesadas, sejam elas pela dominação do tráfico de drogas, de crianças, de mulheres, de homens&#8230; todos escravos da supremacia da ?moeda?  que não é mais de troca, mas de compra. De compra da nossa liberdade, até dos nossos sonhos. </p>
<p><em>Qual a maior violência? </em><br />
? O banho de 20? ou a vida tirada em menos de 20 milésimos de segundos?<br />
? O degelo na Antártica ou a praça de craque?</p>
<p>O degelo na Antártica é uma ação lenta e futura que realmente poderá exterminar com o planeta, mas se extermina com o planeta, extermina a todos. Todos. Independente da moeda que está em nosso bolso. </p>
<p>Mas a praça do craque está exterminando a cada segundo presente com aquele que menos tem, tanto em moedas como em força interior. Os menos favorecidos de sorte, tanto financeira quanto mental ou espititual, como queiram.</p>
<p><img src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/craco.jpg" alt="craco" title="craco" width="136" height="116" class="alignnone size-full wp-image-1399" /> (esta imagem pode ter direitos autorais) &#8211;   A criança violentada, nas ruas entorpecida pela droga da droga da vida é mil vezes violentada. Violentam sua alma, sua mente e seu físico. Destroem qualquer possibilidade de ela ser e mesmo assim timidamente avançamos a seu favor. Uma denuncia aqui, outra acolá e os jornais vendendo suas imagens com uma tarja negra vedando seus olhos descoloridos. </p>
<p>Penso que tão grandes organizações e com tanto poder de organização devam já, momentos atrás se possível, se lançarem na luta total pela vida. </p>
<p>Não haverá planeta com vida sem a nossa vida em sua vida. Então, iniciemos ontem a luta pela vida, nossa vida neste planeta que apesar de toda sua vida vive porque vivemos. </p>
<p>Fim às praças do Craque. Fim aos comandos da Droga nacionais e internacionais. Fim às violações humanas, caseiras e intitucionais. Fim à corrida da moeda. </p>
<p><em>Pela vida, nossa!</p>
<p>Pela vida, de todos!</p>
<p>Pela vida, do Planeta!</em></p>
<p>Gostaria muito de ter visto nossa São Bernardo na luta pela vida, por 60? . Nossa São Paulo do cruzamento da Av Ipiranga com a Av. São João livre do lixo humano que transforma e desumaniza nossas crianças jogando-as na rua da prostituição e livres também das páginas dos jornais que enriquecem com suas imagens estampadas em suas folhas de papel branco e preto, tão descoloridas quanto são suas exitências. </p>
<p>Pela Paz e Harmonia do Indivíduo e Planetário, com certeza deve ser nosso lema.</p>
<p>Obrigada, Stela por ter me proporcionado momento de tanta lucidez com seu vídeo Metta Chant . Profª <em>Geanete</em></p>
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