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	<title>Blog dos Biotipos &#187; Análises e comentários</title>
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	<description>Biotipologia, Ciência, Fitoterapia e Produtos Naturais</description>
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		<title>A ressaca da eleição</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 10:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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		<description><![CDATA[www.educacaosuina.com.br
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		<title>Blog da Sulamita? tem sido uma constante pergunta&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 12:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguns amigos nos tem perguntado se nosso Blog &#8211; Ceab &#8211; se tornou o blog da Sulamita, nossa jovem amiga desaparecida há 48 dias.
 Posso lhes dizer que tenho olhado meu blog por várias vezes e tentado escrever ou mesmo colocar artigos sobre os temas a que ele se propõe, porém sem sucesso.
E tenho me perguntado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns amigos nos tem perguntado se nosso Blog &#8211; Ceab &#8211; se tornou o blog da Sulamita, nossa jovem amiga desaparecida há 48 dias.<br />
<a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Sulamita_12_102.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2830" src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Sulamita_12_102.jpg" alt="" width="265" height="333" /></a> Posso lhes dizer que tenho olhado meu blog por várias vezes e tentado escrever ou mesmo colocar artigos sobre os temas a que ele se propõe, porém sem <span id="more-2829"></span>sucesso.</p>
<p>E tenho me perguntado e meditado (pensado) sobre o porquê de eu estar distante dos temas que me apaixonam, embora reconheça que são vários.</p>
<p>E, hoje, nesta manhã ensolarada de brisa suave aqui em São Bernardo que nos lembra mais um dia de outono do que de primavera, senti vontade de estar por aqui escrevendo o que passa na minh&#8217;alma. Ela está a me dizer que coisas muito importantes estão batendo a nossa porta e não conseguimos resolvê-las. Alguns já me disseram ser falta de fé, outros de otimismo, alguns de ser um carma e vários de ser apenas o que há de ser.</p>
<p>Mas aqui, bem no meu íntimo, sinto que a dor do mundo parece estar sendo maior do que a poesia possa cantar em seus versos, maior do que o sol que nos ilumina, maior do que nossas espectativas quando jovens para um mundo bom.</p>
<p>Pelas manhãs, nos últimos anos, leio as notícias pela internet, vejo e respondo alguns e-mails (que tem ficado menos intenso com nossa participação dos sites sociais) e tento acompanhar os amigos e mesmo pessoas que nos dizem coisas afetas, por vezes emitindo opinião para nos sentirmos comunicadores de verdade, pois só há a &#8220;comunicação&#8221; quando há o diálogo.</p>
<p>Mas esta rotina tem sido meio que forçada nos últimos dias. As imagens dos jornais são  fortes, desestimuladoras e nos dão a impressão de que o mundo desmorona. Somos muitos&#8230; Será que já chegamos aos 7 bilhões no Planeta? E este pequeno ponto azul do Universo não está realmente dando conta de tantos  &#8221;homo sapiens&#8221;? O certo é que as perdas fazem com que as águas que batem a nossa porta falem mais alto que os velhos temas aqui propostos.</p>
<p>Talvez seja apenas só um dos tempos necessários à reflexão, de hibernar para renascer. Talvez!</p>
<p>Porém destas reflexões nasce uma certeza:</p>
<blockquote><p>A incompreensão de um fato, o isolamento das boas sensações por algo que não conseguimos resolver nos blinda dos acontecimentos do resto do Universo. Ficamos como que os animais que hibernam para aguentarem o frio que os oprime e os imposssibilita de serem.</p></blockquote>
<p>Concluo que se tivesse a certeza que um Blog resolveria a situação das famílias que como a do nossos queridos amigos, Moacyr e Elvira, tiveram seus filhos, pais, irmãos, entes familiares e/ou amigos desaparecidos devolvendo-os a  casa, eu estaria por certo nessa criação e manutenção diária do Blog.  </p>
<p>Mas depois deste desabafo, sinto que este instrumento seja frágil diante da grandeza desse enigma, o enigma dos desaparecimentos que não são privilégios deste Brasil, mas dos 5 continentes nos quais vivem os &#8220;homo sapiens&#8221;.</p>
<p>Então, amigos leitores, perdoem por ainda não ter digerido o desaparecimento da jovem amiga Sulamita Scaquetti Pinto em seus 32 anos nesta vida e ter, tomara que momentaneamente, perdido o tesão pelos temas que costumamos tratar que são do auto-conhecimento e de como nos mantermos em estado de saúde.</p>
<p>Como vem, o que escrevi em vários dos artigos anteriores afirmando que somos realmente produto dos nossos 5 sentidos e suas relações com os 5 elementos que animam o Universo é verdade.</p>
<p>Estou em fase de repensar a forte influência visual e auditiva em nossa vontade que de acordo com a MTC &#8211; medicina tradicional chinesa mora nos Rins.  Não liguem prá isto! Apenas entendam que temos, cada um de nós, forma própria de reagirmos aos fatos que nos envolvem por estarmos desprevenidos quanto às posssibilidades da água bater a nossa porta.</p>
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		<title>O encontro com o lado místico da vida é sempre surpreendente</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 22:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e comentários]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Gratidão ao Grande Espírito, a Mãe-Terra, as Deusas e Deuses, aos Mestres e Mentores!
Gratidão aos nosso Parceiros e Amigos: Daniel, Geanete, Luana, Luciana, Marcos e Simone! Gratidão ao Claudiney Prieto e organizadores!
Cada um de vocês ao nosso lado contribuiu para o grande sucesso desse evento!&#8221; - palavras de Aline e Marcelino do Instituto Aline Pastori.
Eu, são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Gratidão ao Grande Espírito, a Mãe-Terra, as Deusas e Deuses, aos Mestres e Mentores!<br />
Gratidão aos nosso Parceiros e Amigos: <code>Daniel, Geanete, Luana, Luciana, Marcos e Simone! </code>Gratidão ao Claudiney Prieto e organizadores!<br />
Cada um de vocês ao nosso lado contribuiu para o grande sucesso desse evento!&#8221; -</em> <em>palavras de <code>Aline e Marcelino </code>do Instituto Aline Pastori.<a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide21.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2769" src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide21.jpg" alt="" width="456" height="368" /></a></em></p>
<p>Eu, são saberia lhes dizer qual a impressão exata que tive da Mystic Fair durante os <span id="more-2745"></span>dois dias que lá estivemos divulgando parte do nosso trabalho terapêutico junto dos colegas acima citados pela Aline, nas dependências da Universidade Cruzeiro do Sul.</p>
<p><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide11.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2770" src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide11.jpg" alt="" width="446" height="352" /></a></p>
<p>Poderia lhes dizer que lá estavam presentes pessoas das mais variadas raízes, matizes, índoles, personalidades, fundamentos filosóficos ou até mesmo das formas de brincar com o destino, com a vida, com a consciência própria e/ou coletiva. Como vêm, um plus de imagens reais e surrealistas.</p>
<p>Mas no meio desse mosaíco de personalidades, <a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide1.jpg"></a>nós estávamos fazendo nosso trabalho de divulgação e encontrando o lado mais positivo da feira:     <code>o contato direto com o público que ousa ser.</code></p>
<p><code><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide4.jpg"></a></code></p>
<p>Vi reis e rainhas, assim eles se imaginavam, provavelmente, em suas vestes antigas representando o encontro com o imponderável da Idade Média, do seu obscurantismo, ou mesmo da idade dos cavaleiros andantes ou quiçá dos Vikings. Traziam em si as cores das trevas, tanto nas vestes como em suas maquilagens. Porém, seus olhos transmitiam brilho, luz. A luz que ilumina o âmago e nos deixa confortável, mesmo temendo as trevas do obscurantismo.<a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide3.jpg"></a><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/IMG_0122.jpg"></a></p>
<p>Na busca do apoio dos visitantes à divulgação do espaço terapêutico e  filosófico da Aline, <a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide2.jpg"></a>a alegria contagiante reinou no grupo a ponto de suscitar olhares ora interrogativos, ora exclamativos. Abordamos possíveis clientes e/ou parceiros com entusiasmo e uma novidade: me parece ter sido o  único espaço da feira a oferecer &#8220;terapias complementares&#8221; como a auriculoterapia ou a reflexologia <code><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide4.jpg"><img src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide4.jpg" alt="" width="444" height="319" /></a></code></p>
<p>ao lado das terapias xamânicas e/ou bioenergéticas, <a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide41.jpg"></a>demonstrando uma simbiose necessária e possível entre as diferentes formas e olhares para a manutenção da saúde. Isso não nos fez melhor, mas nos diferenciou com uma visão holística do ser humano e suas necessidades reais.</p>
<p>Assim, acabamos este interessante e excelente final de semana agradecendo a oportunidade de vivenciarmos o outro lado da moeda puramente científica, a do lado místico presente em suas mais variadas nuances na busca pelo eu verdadeiro.<a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide31.jpg"><img src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide31.jpg" alt="" width="433" height="273" /></a></p>
<p>Obrigada Aline, Marcelino, Simone, Daniel, Luana e  Marcos com quem passamos praticamente todo este final de semana.</p>
<p>Foi bom estar ao lado de vocês <a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/IMG_0146.jpg"></a>na divulgação dos nossos trabalhos e semeando mais uma amizade neste campo da divulgação das teorias e práticas alternativas ou complementares na busca do equlíbrio e da saúde. </p>
<p><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide5.jpg"></a><em><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Slide51.jpg"></a> <a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Apresentação2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2780" src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Apresentação2.jpg" alt="" width="485" height="297" /></a>Geanete  </em></p>
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		<title>Mystic Fair em SP &#8211; 09 e 10 de outubro</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 11:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontece em São Paulo
A MYSTIC FAIR vem suprir uma lacuna no mercado místico do Brasil; trazer as novidades dos setores esotéricos, paracientíficos e alternativos, através de uma grande feira de exposição de caráter monográfico e nível internacional.

Este é um projeto empreendedor, ao mesmo tempo em que necessário, uma vez que eventos deste tipo são praticamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.mysticfair.com.br/">Acontece em São Paulo</a></strong></p>
<p>A MYSTIC FAIR vem suprir uma lacuna no mercado místico do Brasil; trazer as novidades dos setores esotéricos, paracientíficos e alternativos, através de uma grande feira de exposição de caráter monográfico e nível internacional.</p>
<p><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Flayer3.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-2704" src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/Flayer3.jpeg" alt="" width="567" height="260" /></a><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/faair2.jpg"></a></p>
<p>Este é um projeto empreendedor, ao mesmo tempo em que necessário, uma vez que eventos deste tipo são praticamente inexistentes no Brasil.</p>
<p>A missão da feira é dar a conhecer a existência do setor espiritual e alternativo da sociedade, de forma a divulgar e promover empresas e profissionais do ramo, tornando-se assim o maior evento do gênero no país.</p>
<p>A difusão cultural do conhecimento oculto tem sido a base que motiva a realização da MYSTIC FAIR.</p>
<p><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/flayerfundo1.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-2714" src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/flayerfundo1.jpeg" alt="" width="520" height="234" /></a><br />
O esoterismo, a espiritualidade, a medicina natural, alternativa, holística e complementar têm sido perseguidos durante décadas, o que os obrigou a permanecerem ocultos. Todos esses setores do conhecimento humano , durante séculos estiveram cobertos por um véu de mistério que contribuiu para o seu desconhecimento global, mas o intuito da MYSTIC FAIR é que eles sejam desvelados.</p>
<p>Com o tempo, os estudiosos e investigadores desses setores evoluíram e se tornaram verdadeiros humanistas, cumprindo assim a função social de se converterem em conselheiros e psicólogos livres, prestando ajuda sociológica por meio da orientação espiritual do ser humano.</p>
<p><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/BARCELONA.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2716" src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/BARCELONA.jpg" alt="" width="389" height="228" /></a><br />
O projeto da MYSTIC FAIR é inspirado na feira MAGIC INTERNATIONAL, que acontece anualmente em Barcelona-Espanha há mais de 25 anos e que tem sido uma fonte de inspiração para o surgimento de outros eventos do mesmo porte ao redor de todo mundo.<a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/BARCELONA2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2717" src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/BARCELONA2.jpg" alt="" width="405" height="210" /></a> <a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/BARCELONA3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2718" src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/BARCELONA3.jpg" alt="" width="395" height="218" /></a></p>
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		<title>Desaparecida &#8211; Sulamita &#8211; São Bernardo do Campo</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 23:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Esta é Sulamita. Como tantas outras jovens de sua idade, 32 anos, por hora não estava suportando a carga que a sociedade atual lhe impôs: ser mãe, ser bonita, ser culta, ser independente, ser simpática, ser confiante sem ser arrogante, ser&#8230;ser&#8230;ser!
E, então, se não dá prá ser tudo que os outros esperam que seja, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/image001.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2678" src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/image001.jpg" alt="" width="371" height="393" /></a> Esta é <code>Sulamita</code>. Como tantas outras jovens de sua idade, 32 anos, por hora não estava suportando a carga que a sociedade atual lhe impôs: ser mãe, ser bonita, ser culta, ser independente, ser simpática, ser confiante sem ser arrogante, ser&#8230;ser&#8230;ser!</p>
<p>E, então, se não dá prá ser tudo que os outros esperam que seja, há de haver uma saída. Um psicológo ou um psiquiatra para receitar uma pílula prá dormir e outra prá acordar, uma cápsula para o controle do peso e outra pra remineralizar. Parece uma boa saída. Mas com o tempo as pílulas deixam de preencher o vazio que esta sociedade perturbada deixa em muitas mentes e corações que a ela não se adaptam. </p>
<p>Mas poderá haver outros caminhos&#8230; alguns ligados às artes, outros às ações humanitárias ou mesmo políticas. Porém, à Sulamita indicaram um caminho milenar, o da crença no poder divino.</p>
<p>Em poucos dias passou de menina escultural a mulher fiel. E em sua fidelidade à força Universal que muitos chamam de Deus, pai do filho e do Espírito Santo, voltou-se para cumprir seu papel de fiel. Fiel às dores do mundo, fiel aos clamores dos desprovidos e fiel a si, novo ser despojado dos costumes do seu tempo.</p>
<p>Sulamita despojou-se tanto de si que ultrapassou a linha da consciência adquirida e herdada para uma nova consciência sem passado e sem futuro, só o presente orientado pela luz da fé nos Montes. Fé das ilusões sobre um novo mundo, um novo Planeta, onde a fidelidade a Deus é o único caminho possível diante de tantas tragédias com que os jovens deste nosso Brasil de tantas mentiras se deparam.</p>
<p>E numa tarde de mentiras &#8211; 16/09/2010, nossa amiga e menina Sulamita subiu ao Monte do parque Selecta, aqui em São Bernardo do Campo de onde ainda não retornou ou se retornou ninguém sabe, ninguém viu.</p>
<p>Aguardamos o retorno da Sulamita. O seu  retorno real à realidade não tão promissora quanto às promessas do pastor que vende a &#8220;fidelidade&#8221; de Deus por poucas moedas e uma nota da cor do ouro, cor da ligação, da arca de Noé,  que o ouro representa &#8211; palavras do pastor-, a nota de R$ 20,00.</p>
<p>Seu retorno não tem preço, não tem fidelidade, não tem futuro certo com firma reconhecida. Tem apenas o apreço dos que a querem com suas qualidades e defeitos.  Apenas a amam. Em sual volta, Sulamita, não haverá necessidade de dízimos, apenas de compromisso com a vida em suas fortunas e infortúnios. E se formos parte do seus infortúnios, você terá que reaprender a transmutar e transmutar o mal em bem, o ódio em amor, a desconfiança em confiança, a morte em vida. Que seu retorno seja pródigo!</p>
<p>A Sulamita. De Geanete</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Dia dos Pais &#8211; reflexão</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 14:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aos pais presentes amorosamente, intelectualmente e espiritualmente nosso abraço fraterno. O mesmo abraço de todos os dias em nossos pais que já partiram para outra dimensão, aos que ainda estão caminhando ao lado dos seus filhos e àqueles que um dia deixaram de vivenciar o desenvolvimento do seu filho por não reconhecerem os códigos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code>Aos pais presentes amorosamente, intelectualmente e espiritualmente nosso abraço fraterno. O mesmo abraço de todos os dias em nossos pais que já partiram para outra dimensão, aos que ainda estão caminhando ao lado dos seus filhos e àqueles que <span id="more-2403"></span>um dia deixaram de vivenciar o desenvolvimento do seu filho por não reconhecerem os códigos de ética, de amor e responsabilidade gravados em sua memória cósmica desde que o homem deixou de ser irracional para ser racional e social, tornando-se responsável pela sua descendência e continuidade da espécie.</code></p>
<p>Seria mais um dia entre tantos dos nossos dias se não tivessem inventado os &#8220;dias&#8221; &#8211; dia do pai, dia das mães, dos avós, da criança&#8230;</p>
<p>Mas em muitas casas (o que diferencia uma casa de um lar?) será sentida a falta de uma figura: a do PAI.</p>
<p>Nestes tempos de tantos avanços tecnológicos, avança sobre milhares de crianças a força da ausência da figura de pai. Força masculina &#8211; Yang &#8211; do Pai em complementação à força Feminina &#8211; Yin &#8211; da mãe. Se o TODO - TAO &#8211;  é uma eterna oscilação e complementação entre si das energias Yang e Yin, há que se saber que essas casas estão em desequilíbrio cósmico.</p>
<p>Quando uma mãe traz para si a responsabilidade de exercer sobre seus filhos as duas funções, a de Pai e a de Mãe, naturalmente promove em si mesma um desequilíbrio por ter assumido dois papéis em um só corpo. Mesmo nas famílias em que esses papéis não são assumidos por uma das partes, quer materna ou paterna, o desequilíbrio familiar se instala prejudicando o pleno desenvolvimento das crianças.</p>
<p>Nós, do reino animal, temos memória genética e côsmica ainda não passíveis de transmutação porque a transmutação desorganiza o Universo.</p>
<p>Pense mais simples:</p>
<p>- Em uma semente estão gravadas como essa espécie vegetal se reproduz, o que precisa prá sua reprodução e frutificação. O esperma  de um animal, tomemos como exemplo um do grupo dos grandes felinos, o do leão que ao fecundar um óvulo de uma leoa grava no gens do novo felino as características físicas da sua espécie e a importante memória de como ser e/ou agir. São as marcas atitudinais que perpetuam na espécie como a de caçar que é função da leoa ou a do leão ser sempre o primeiro a comer a caça, enquanto a leoa e seus filhotes esperam para se alimentarem das sobras. E assim tantos outros exemplos, até o de algumas espécies em que a fêmea mata o macho logo após a fecundação.</p>
<p>Enfim, centenas de exemplos sobre a memória cósmica das espécies podem ser citadas e comparadas. Porém, há uma espécie que se afasta milernamente dessa memória cósmica que a diferencia entre tantas espécies após ter deixado de ser nômade para se estabelecer. Essa espécie animal é a que nós pertencemos.</p>
<p>Enquanto espécie evoluímos, buscamos, criamos e recriamos, mas muitas crianças ainda vivenciam a usência do pai de forma doída, problemática. A ausência de um PAI, e aqui não digo um homem, tem desencadeado inúmeras formas de manifestação por nossas crianças. Ora com a insegurança ou a  introspecção, ora com a  agressão continuada e a não aceitação de combinados para a convivência em grupo. E tantas outras formas de desajustes seguidos de sofrimento pessoal e coletivo pela ausência de um PAI quer físico, quer  intelectualmente com orientação e participação diretas na vida dessa criança.</p>
<p>Ontem, os jornais televisivos cansaram de mostrar um dia dos pais com shoppings superlotados e ruas intransitáveis por tantas pessoas em busca de um presente aos pais. No entanto, não houve uma programação que demonstrasse que a paternidade não pode ser consequência de uma &#8220;transa&#8221;, mas sim  consequência de um ato que prevê que juntos ou separados fisicamente, o homem e uma mulher representam a presnça do TODO para uma nova vida. A presença que se faz sentir pelo acompanhamento participativo na formação da criança ao longo de sua jornada social, intelectual e espiritual.</p>
<p>A presença física do pai não garante o bom desenvolvimento da criança e sim a presença real e total desde os primeiros passos até o novo ciclo da vida quando mais tarde essa criança assumirá também o papel de pai.</p>
<p><code>Ao meu pai distante, ao seu pai que um dia foi presente e a você que completa o ciclo da vida ao lado do seu filho, um grande abraço e um dia feliz entre muitos outros dias de boas realizações ao lado dos seus filhos e por que não, dos seus netos... </code><em>Geanete</em></p>
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		<title>Brutalidade dos últimos dias contra a mulher. Texto da Profª Débora Diniz &#8211; Antropóloga e Profª da Uni de Brasília</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises e comentários]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[Profª Débora Diniz]]></category>
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		<description><![CDATA[Como a saúde só existe quando falamos de vida e por achar a contribuição da Profª e Antropóloga Débora Diniz, extremamente pertinente ao momento em que vivenciamos a desestruturação da nossa sociedade não só fisicamente como mentalmente pelas inúmeras informações negativas que recebemos a cada minuto em que estamos conectados com o Universo, resolvi aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><code>Como a saúde só existe quando falamos de vida e por achar a contribuição da Profª e Antropóloga Débora Diniz, extremamente pertinente ao momento em que vivenciamos a desestruturação da nossa sociedade não só fisicamente como mentalmente pelas inúmeras informações negativas que recebemos a cada minuto em que estamos conectados com o Universo, resolvi aqui editá-lo para conhecimento e reflexão de nossos amigos leitores. </code>Profª <em>Geanete</em></p>
<p>&#8220;A brutalidade não é constitutiva da natureza masculina, mas um dispositivo de uma sociedade que reduz as mulheres a objetos de prazer e consumo dos homens.<br />
Eliza Samudio está morta. Ela foi sequestrada, torturada e assassinada. Seu corpo foi esquartejado para servir de alimento para uma matilha de cães famintos. A polícia ainda procura vestígios de sangue no sítio em que ela foi morta ou pistas do que restou do seu corpo para <span id="more-2244"></span>fechar esse enredo macabro. As investigações policiais indicam que os algozes de Eliza agiram a pedido de seu ex-namorado, o goleiro do Flamengo, Bruno. Ele nega ter encomendado o crime, mas a conf issão veio de um adolescente que teria participado do sequestro de Eliza. Desde então, de herói e &#8220;patrimônio do Flamengo&#8221;, nas palavras de seu ex-advogado, Bruno tornou-se um ser abjeto. Ele não é mais aclamado por uma multidão de torcedores gritando em uníssono o seu nome após uma partida de futebol. O urro agora é de &#8220;assassino&#8221;.<br />
O que motiva um homem a matar sua ex-namorada? O crime passional não é um ato de amor, mas de ódio. Em algum momento do encontro afetivo entre duas pessoas, o desejo de posse se converte em um impulso de aniquilamento: só a morte é capaz de silenciar o incômodo pela existência do outro. Não há como sair à procura de razoabilidade para esse desejo de morte entre ex-casais, pois seu sentido não está apenas nos indivíduos e em suas histórias passionais, mas em uma matriz cultural que tolera a desigualdade entre homens e mulheres. Tentar explicar o crime passional por particularidades dos conflitos é simplesmente dar se ntido a algo que se recusa à razão. Não foi o aborto não realizado por Eliza, não foi o anúncio de que o filho de Eliza era de Bruno, nem foi o vídeo distribuído no YouTube o que provocou a ira de Bruno. O ódio é latente como um atributo dos homens violentos em seus encontros afetivos e sexuais.<br />
Como em outras histórias de crimes passionais, o final trágico de Eliza estava anunciado como uma profecia autorrealizadora. Em um vídeo disponível na internet, Eliza descreve os comportamentos violentos de Bruno, anuncia seus temores, repete a frase que centenas de mulheres em relacionamentos violentos já pronunciaram: &#8220;Eu não sei do que ele é capaz&#8221;. Elas temem seus companheiros, mas não conseguem escapar desse enredo perverso de sedução. A pergunta óbvia é: por que elas se mantêm nos relacionamentos se temem a violência? Por que, jovem e bonita, Eliza não foi capaz de escapar de suas investidas amorosas? Por que centenas de mulheres anônimas vítimas de violência, antes da Lei Maria da Penha, procuravam as delegacias para retirar a queixa contra seus companheiros? Que compaixão feminina é essa que toleraria viver sob a ameaça de agressão e violência? Haveria mulheres que teriam prazer nesse jogo violento?<br />
Não se trata de compaixão nem de masoquismo das mulheres. A resposta é muito mais complexa do que qualquer estudo de sociologia de gênero ou de psicologia das práticas afetivas poderia demonstrar. Bruno e outros homens violentos são indivíduos comuns, trabalhadores, esportistas, pais de família, bons filhos e cidadãos cumpridores de seus deveres. Esporadicamente, eles agridem suas mulheres. Como Eliza, outras mulheres vítimas de violência lidam com essa complexidade de seus companheiros: homens que ora são amantes, cuidadores e provedores, ora são violentos e aterrorizantes. O difícil para todas elas é discernir que a violência não é parte necessária da complexidade humana, e muito menos d os pactos afetivos e sexuais. É possível haver relacionamentos amorosos sem passionalidade e violência. É possível viver com homens amantes, cuidadores e provedores, porém pacíficos. A violência não é constitutiva da natureza masculina, mas sim um dispositivo cultural de uma sociedade patriarcal que reduz os corpos das mulheres a objetos de prazer e consumo dos homens.<br />
A violência conjugal é muito mais comum do que se imagina. Não foi por acaso que, quando interpelado sobre um caso de violência de outro jogador de seu clube de futebol, Bruno rebateu: &#8220;Qual de vocês que é casado não discutiu, que não saiu na mão com a mulher, né cara? Não tem jeito. Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher&#8221;. Há pelo menos dois equívocos nessa compreensão estreita sobre a ordem social. O primeiro é que nem todos os homens agridem suas companheiras. Embora a violência de gênero seja um fenômeno universal, não é uma prática de todos os homens. O segundo, e mais importante, é que a vida privada não é um espaço sacralizado e distante das regras de civilidade e justiça. O Estado tem o direito e o dever de atuar para garantir a igualdade entre homens e mulheres, seja na casa ou na rua. A Lei Maria da Penha é a resposta mais sistemática e eficiente que o Estado brasileiro já deu para romper com essa complexidade da violência de gênero.<br />
Infelizmente, Eliza Samudio está morta. Morreu torturada e certamente consciente de quem eram seus algozes. O sofrimento de Eliza nos provoca espanto. A surpresa pelo absurdo dessa dor tem que ser capaz de nos mover para a mudança de padrões sociais injustos. O modelo patriarcal é uma das explicações para o fenômeno da violência contra a mulher, pois a reduz a objeto de posse e prazer dos homens. Bruno não é louco, apenas corporifica essa ordem social perversa.<br />
Outra hipótese de compreensão do fenômeno é a persistência da impunidade à violência de gênero. A impunidade facilita o surgimento das redes de proteção aos agressores e enfraquece nossa sensibilidade à dor das vítimas. A aplicação do castigo aos agressores não é suficiente para modificar os padrões culturais de opressão, mas indica que modelo de sociedade queremos para garantir a vida das mulheres&#8221;.</p>
<p><code>DEBORA DINIZ É ANTROPÓLOGA E PROFESSORA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA</code></p>
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		<title>Procedimento de Acupuntura pelo SUS cresce mais de 120%</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 18:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acupuntura e terapias tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Amigos terapeutas, leiam após meu texto a notícia abaixo publicada hoje na UOL.
Há tempos atrás fiz uma análise com os amigos terapeutas mais próximos que o futuro das Terapias Alternativas: legalização e acesso a todos, conforme artigo abaixo seria o futuro em nosso país.
Fico contente com que isso esteja acontecendo bem antes do que previa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos terapeutas, leiam após meu texto a notícia abaixo publicada hoje na UOL.</p>
<p><strong>Há tempos atrás fiz uma análise com os amigos terapeutas mais próximos que o futuro das Terapias Alternativas: legalização e acesso a todos, conforme artigo abaixo seria o futuro em nosso país.<br />
Fico contente com que isso esteja acontecendo bem antes do que previa. Por certo, continuarão clinicando alguns papas das Terapias Alternativas que já têm uma clientela fiel, normalmente das classes sociais mais altas.<br />
Sei também que infelizmente muitos de nós que ainda não tínhamos clientela formada talvez percamos o campo de possível atuação. Porém, <span id="more-2077"></span>como socialista que sou, não posso deixar de reconhecer que por certo já temos muito mais pessoas das classes populares frequentando e se beneficiando da ciência contida nas Terapias Alternativas do que podiamos imaginar.<br />
Não me iludi em poder me especializar e atuar na área terapêutica com as especialidades de Acupuntura, Homeopatia e Florais não tendo formação oficial em algumas das áreas da saúde já reconhecidas como pré-habilitação ou requisito para o exercício de Terapêutica Holística.<br />
Ao fazer cursos livres na área das Terapias Alternativas, sempre, apesar de ter me dedicado ao máximo neles, falava sobre a necessidade de termos Faculdades e/ou Universidades reconhecidas e regulamentadas para a formação acadêmica de Terapeutas.<br />
Ainda sonho com essa realização e, possivelmente, quando ela acontecer serei uma de suas primeiras alunas apesar das minhas décadas de vida.<br />
Sim, sim, já temos alguns cursos funcionando em determinadas instituições, mas ainda não são Universidades totalmente voltadas às terapias alternativas com formação totalmente adequadas ao que se propõem.<br />
De qualquer forma foi preciso que muitos terapeutas se arriscassem por mais de três décadas para que a considerada comunidade científica do país reconhecesse as milenares técnicas como científicas e até a pleiteiem para si.<br />
<code>Homenagens a esses dedicados Terapeutas, precursores da saúde holística no país.</code><br />
Mas esse foi um caminho. Um caminho que, iclusive, o atual governo ousou acreditar e transformar em lei.<br />
O Brasil é mesmo um país surpreendente. De altos e baixos. Mas realmente interessante. <em>Geanete</em></strong></p>
<p><code>UOL/Ciência e Saúde 05/01/2010 - 11h42<br />
Da Agência Brasil</code><br />
Dados do Ministério da Saúde revelam aumento no número de procedimentos de medicina não convencional (acupuntura, homeopatia, plantas medicinais e fitoterapia) no Sistema Único de Saúde (SUS). De 2007 para 2008, as consultas de acupuntura, por exemplo, cresceram 122,7% , passando de 97.240 sessões para 216.616.</p>
<p>No caso das práticas corporais, que incluem tai chi chuan e lian gong, o crescimento foi de 358% nos últimos três anos, de acordo com o ministério.</p>
<p>A coordenadora da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), Carmen De Simoni, aponta três fatores para a expansão da medicina não convencional dentro da rede pública de saúde: a criação da política, em 2006, que incluiu procedimentos antes não existentes no SUS ou ainda pouco utilizados, a divulgação das práticas visando acabar com o estigma em relação à medicina não convencional e o incentivo aos profissionais para a adoção desses procedimentos.</p>
<p>?Houve estímulo aos profissionais que já estavam no SUS, que são homeopatas e acupunturistas, a colocarem à disposição do sistema esse conhecimento?, disse a coordenadora à Agência Brasil.</p>
<p>Além disso, o governo federal aplicou recursos maciços na ampliação da medicina alternativa. Na homeopatia, o investimento saiu de R$ 611,3 mil, em 2000, para R$ 2,9 milhões, em 2008, incremento de cerca 383%. Em acupuntura, o desembolso teve aumento de aproximadamente 1.420% nesse mesmo período, de R$ 278 mil para R$ 3,9 milhões.</p>
<p>Para o presidente da Associação Brasileira de Acupuntura, que oferece cursos na área, Evaldo Martins, o baixo custo da técnica milenar chinesa, que usa agulhas, e a rápida recuperação do paciente contribuíram para a expansão da prática no SUS. O atendimento é feito, na maior parte dos casos, em postos de saúde e nos Núcleos de Saúde da Família por médicos especializados ou acupunturistas.</p>
<p>Ele critica entretanto o projeto de lei conhecido como Ato Médico &#8211; que dispõe sobre as atividades privativas da profissão &#8211; e prevê prejuízos na prestação dos serviços à população se a proposta virar lei. Segundo ele, estima-se que existam 30 mil acupunturistas no país, sendo apenas 25% médicos.</p>
<p>Alguns profissionais de saúde também divergem sobre o projeto sob alegação de que procedimentos, atualmente desempenhados por outras categorias, se tornarão exclusivos dos médicos.</p>
<p>Para a coordenadora Carmen De Simoni, a tendência é de crescimento no número de consultas e o projeto não será um obstáculo a essa ampliação.</p>
<p>?Acredito que todas as categorias de saúde tenham o que aportar ao cuidado em saúde e também acredito que a categoria médica é muito relevante, tem muito a contribuir, assim como a fisioterapia, a biologia e a enfermagem e as 14 categorias da saúde. Não vamos ter nenhum tipo de redução [na prestação do atendimento alternativo] por aprovação de algo tão esperado como a lei de exercício de uma categoria profissional?, afirmou a coordenadora.</p>
<p>O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados, em outubro passado, e volta ao Senado para votação.</p>
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		<title>Natal 2009 &#8211; Geanete</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 09:06:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Biotipologia]]></category>
		<category><![CDATA[Acupuntura e terapias tradicionais]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/natal_2009_ceab1.jpg"><img src="http://www.ceab.pro.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/natal_2009_ceab1-300x225.jpg" alt="natal_2009_ceab1" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2073" /></a></p>
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		<title>Dia dos professores amigos&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 08:49:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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