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	<title>Blog dos Biotipos &#187; H2Ocean</title>
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	<description>Biotipologia, Ciência, Fitoterapia e Produtos Naturais</description>
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		<title>Água do Mar Engarrafada na terra de Tio Sam</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 10:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geanete</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog das Águas]]></category>
		<category><![CDATA[H2Ocean]]></category>
		<category><![CDATA[Água do mar H2Ocean]]></category>
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		<description><![CDATA[A matéria abaixo sobre a água do mar dessalinizada com alto grau de potabilidade nos foi enviada via e-mail, tendo sido publicada na Gazeta Mercantil de SP no último dia 30 de julho, pg C1. 
Talvez, o Sr. Mário que nos transmitiu o contéudo da matéria via e-mail tenha ficado indignado por termos aparentemente perdido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A matéria abaixo sobre a água do mar dessalinizada com alto grau de potabilidade nos foi enviada via e-mail, tendo sido publicada na Gazeta Mercantil de SP no último dia 30 de julho, pg C1. </p>
<p>Talvez, o Sr. Mário que nos transmitiu o contéudo da matéria via e-mail tenha ficado indignado por termos aparentemente perdido nossas pesquisas ao longo dos 10 últimos anos com a qualidade e excelência apurada pela H2Ocean, água do mar embasada em copos.</p>
<p>Porém, nós que minimamente acompanhamos a tenacidade dos seus pesquisadores e <span id="more-960"></span>produtores temos a dizer que no terceiro mundo, ao qual o Brasil ainda está incluso, isso é o que de mais comum acontece.</p>
<p>A nossa história com o descobrimento e tipo de colonização a nós imposta, a extrativista, diferencialmente da Inglesa nos EUA, colonização de permanência,  sempre nos tem conduzido às perdas econômicas, científicas e naturais. Tanto assim é que temos perdido ao longo dos anos muitos cientistas que daqui se evadem para o exterior onde têm maior chance de avançar em suas teorias e práticas. Embora não possamos deixar de considerar as excelentes descobertas dos que aqui ficam independemente dos parcos investimentos na área científica como a dizer daqueles que aqui estão nas Universidades Federais, na UNICAMP e mesmo os que anonimamente continuam a investir nos estudos da Flora e Fauna brasileira.</p>
<p>Reconhecendo a importância das águas na vida terrena, iniciamos nosso blog com todo o entusiasmo pela H2Ocean, mas ao vermos o descaso com que os órgãos e a burocracia brasileira se portam diante de nossas possibilidades, paulatinamente fomos desviando o foco do blog para as diversas regiões que se formaram ao longo dos grandes rios e seus afluentes pelos 5 continentes que ocupamos.</p>
<p>Nosso objetivo não se perdeu, apenas se ampliou e pretende se ampliar mais envolvendo os diversos acontecimentos que pertençam às maravilhas que o homem cria a partir do reconhecimento da natureza em nossas vidas.</p>
<p>Assim, deixamos por enquanto de acompanhar a H2Ocean brasileira, para assim que nos for possível acompanhá-la no país de Tio Sam.</p>
<p>Incrível, mas assim foi mais uma vez. Geanete </p>
<p><strong>Repassando&#8230;   </p>
<p>&#8221; Perdemos mais uma.<br />
Mais cientistas e ciência indo embora.<br />
Água mineral feita a partir do mar paulista chega aos EUA.<br />
Moradores de Miami, na Flórida (EUA), poderão a partir do próximo mês entrar em lojas de conveniência da cidade e levar pra casa uma nova garrafa de água mineral, a H2Ocean. Seria apenas mais uma marca no mercado, não fosse por um detalhe: a H2Ocean é feita a<br />
partir da água do mar, com aplicação da nanotecnologia.<br />
E mais. o processo foi desenvolvido por brasileiros. A H2Ocean nasceu da experiência de dois cientistas, que começaram a desenvolver a tecnologia de controle de minerais em água dessalinizada. Isso ocorreu há dez anos. Em seguida, somaram-se à dupla outros dois sócios. Em 2003, eles conseguiram a patente do processo e passaram a bater de porta em porta para tentar comercializar a água. &#8216;Ao longo de dez anos, foram investidos cerca de US$ 2 milhões na companhia&#8217;, diz Rolando Viviani, gerente de marketing da H2Ocean.<br />
Segundo ele, todas as pesquisas foram feitas com recursos próprios dos quatro sócios. Seus nomes, por enquanto, são mantidos em sigilo. No início, o objetivo da H2Ocean era vender a água &#8216;nanotecnológica&#8217; no Brasil. A empresa alega ter procurado a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2006 para realizar o pedido de registro do engarrafamento do produto. A<br />
resposta teria sido a de que não há legislação específica para que esse tipo de água seja vendido no país por conta da sua fonte: o mar. Procurada, a Anvisa informou que a H2Ocean nunca entrou com um pedido de registro. A empresa, entretanto, enviou ao Valor fac-símile da página da Anvisa na internet em que aparece o número do processo do registro e do protocolo, em nome de Aquamare Beneficiadora e Distribuidora de Água. A data de entrada é de outubro de 2006 e o pedido foi negado em março do ano passado. Em dezembro, a mesma Aquamare fez uma segunda tentativa, enviando uma carta à Anvisa em que pedia esclarecimentos sobre o que fazer para obter o registro. A resposta veio quatro meses depois, com a indicação de que a empresa deveria &#8216;importar&#8217; uma legislação sobre o assunto. Ao Valor, a Anvisa também informou que &#8216;a empresa interessada na produção (&#8230;) de água dessalinizada deve apresentar, preferencialmente por intermédio de uma associação, proposta de regulamentação para avaliação pela Anvisa&#8217;. As ificuldades para se obter o registro no Brasil levaram a H2Ocean a mudar de estratégia. A empresa continua interessada em obter a aprovação da Anvisa, mas decidiu priorizar a busca por novos mercados. A opção foi pelos EUA. &#8216;O registro da empresa saiu em três horas e a água foi analisada em 15 dias. Nos EUA, conseguimos resolver em três meses tudo o que não conseguimos aqui em quatro anos&#8217;, afirma Viviani. O Valor, porém, não teve acesso ao registro obtido no exterior. A venda da H2Ocean começa nos Estados Unidos em agosto, em três estados: além da Flórida, Nova Jérsei e Atlanta.<br />
Foram embarcados oito contêineres do produto, feito inicialmente na fábrica de Bertioga, litoral sul de São Paulo. A unidade poderá ser desativada em breve. A produção deve ser transferida para os EUA no fim deste ano. A nanotecnologia foi o instrumento utilizado pela H2Ocean para transformar a água do mar em água mineral dessalinizada. A água dos oceanos é rica em micro e macro nutrientes, como o boro, o cromo e o germânio &#8211; elementos dos quais o corpo humano necessita, em pequenas doses. Com a nanotecnologia, a H2Ocean conseguiu, a partir da água recolhida em alto mar, retirar o sal e manter grande parte dos minerais. Para chegar a esse resultado, os cientistas criaram um filtro com nanotecnologia aplicada, o nanofiltro. O processo inicial é o mesmo que se faz desde a década de 1940: a dessalinização. Depois de retirado o sal, restam duas opções, segundo Viviani: &#8216;Ou todos os minerais são retirados da água ou ela continua salgada&#8217;. Com uma sequência de nanofiltragens, a H2Ocean conseguiu manter 63 dos 86 minerais contidos na composição inicial. Surgiu a água do mar mineral. Para saber se o resultado é bom, o brasileiro vai ter de esperar. Ou passar em alguma &#8216;deli&#8217; na próxima viagem à Disney. (Fonte: Gazeta Mercantil &#8211; Indústria &#8211; Pág C1 &#8211; 30.07.08)<br />
 </strong></p>
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