Manaus e o encontro das águas por Renato Ladeia

Blog das Águas, Sarau - 28/06/2008

Por hoje e talvez por amanhã também, nada será tão poético para mim como a expressão: o encontro das águas. Águas que vêm do sem-fim das Américas, das águas do degelo dos Andes, que vêm arrastando paus, pedras, vidas, flores, dores, amores por onde passam e (Leia mais sobre este artigo)

“Um ano do nosso blog! só de alegrias.” por Geanete

“Quem não se movimenta não sente as correntes que o prendem” – (Rosa Luxemburgo)… Mais uma vez e de todo meu coração, que Deus lhe abençoe e dê muita saúde. Um grande beijo companheira! Márcio.

Assim nasceu um novo amigo internauta. Um jovem professor que por acaso leu um dos nossos artigos sobre a greve dos Professores que mais uma vez ocupa as praças e ruas de SP neste ano de 2008.
Não por acaso meu sobrinho, amigo e webdesigner, Marcos, havia me solicitado um texto para comemorarmos nosso primeiro ano de vida. E, hoje, ao abrir meus e-mails como faço diariamente nas primeiras horas do dia, leio um e-mail em resposta a contatos que estamos mantendo por conta desse movimento justo dos Educadores do Estado de SP e ele, o e-mail, iniciava com a frase acima de Rosa de Luxemburgo e terminava com esse desejo de saúde e um beijo inesperado de quem não conheço o rosto, mas o sei a imagem dos (Leia mais sobre este artigo)

Biotipos Diálogos – II

Diálogo entre o mestre e sua discípula sobre a filosofia dos Biotipos.

Biotipos Diálogos -II/II

Carta sobre a Educação de SP (outra nas últimas décadas)

Estou repassando a vocês outro pronunciamento sobre a Educação no momento em a Educação chega mais uma vez à mídia como caso de UTI. Obrigada pelos dados ao amigo Prof. Moacyr Pinto. Geanete

“Tentando colaborar, repasso alguns números que coletei para a palestra de ontem pela manhã em SP, que mostram bem como os governos do PSDB em SP, que se iniciaram com Covas em 95, vêm economizando com o ensino público, através do aumento da pressão sobre os municípios e da redução geral da oferta (fonte: INEP/MEC). Veja quanto debate esses números podem gerar:

I. Alunos matriculados:
1. alunos matriculados na rede pública estadual de ensino básico (infantil, fundamental e médio) em 1995: 6.503.313 em 29/3/2006: 5.309.794
2. no total das redes municipais do estado: 1995: 1.426.556 (mais os alunos da creche, que não foram contabilizados porque à época as creches não estavam ligadas à educação) em 2006: 3.879.178
3. no total da rede privada: 1.995: 1.229.470 2006: 1.765.016
4. total geral do estado: 1995: 9.183.204 2006: 10.955.626

II. Oferta de vagas públicas por nível
1. Infantil: 1995: 911.493 (somente pré-escola) 2006: 1.742.029
2. fundamental: 1995: 6.662.438 2006: 6.014.209
3. médio: 1995: 1.612.062 2006: 1.813.795

III. Professores em sala de aula
1. na rede estadual: 1995: 243.491 2006: 233.391
2. no total das municipais: 1995: 56.726 (mais os das creches) 2006: 162.998
3. rede particular: não peguei (é só fazer a diferença em relação ao total)
4. total geral no estado: 1995: 502.529 2006: 533.040

IV. Número de escolas da rede básica no estado
1. rede estadual: 1995: 10.229 2006: 5.842
2. total das redes municipais: 1995: 4.441 2006: 11.123
3. particulares: 1995: 2701 2006: 8.905
4. total geral do estado: 1995: 17.376 2006: 25.874

Senhora Secretária,

Quero aqui expressar, com todo o respeito, a opinião de uma profissional que pensa que a educação pública de boa qualidade é fundamental para o desenvolvimento do país e que, por isto mesmo, tem orgulho de pertencer ao Quadro do Magistério Estadual Paulista. Tenho 15 anos de trabalho na Escola Pública de São Paulo, 11 dos quais em sala de aula e os últimos 04 na Supervisão de Ensino. Tenho lido com muita apreensão algumas matérias que saem nos jornais e na Revista ‘Veja’ que, a meu ver, têm colocado a maior parte da responsabilidade dos males da educação nos professores e gestores escolares, sem, contudo, fazer uma reflexão mais profunda sobre esta situação.

Concordo que há um número grande de professores sem condição para assumir uma sala de aula. Mas há que se perguntar: por que isto acontece? Se a justificativa do fracasso da educação está neste fato, por que aceitar professores tão mal formados? É triste pensar que boa parte dos professores é formada em cursos que não preenchem os mínimos requisitos para formar bons professores. Não posso deixar de pensar que isto parece uma política muito bem pensada. Professores mal formados formam mal seus alunos e, por isto mesmo, não têm o direito de receber salários dignos de um bom profissional. Os bons profissionais acabam abandonando a carreira, pois não são valorizados tanto financeiramente, como do ponto de vista social. Nem o Estado, nem a sociedade respeitam estes profissionais. E como resgatar o respeito perdido perante a sociedade, se toda campanha que o governo e a mídia em geral fazem por uma educação de qualidade, é uma campanha contra os professores, sempre apontados como os grandes culpados pela situação da escola pública?

No entanto, quando alguns de nós afirmamos que é preciso fiscalizar, com mais firmeza, os cursos para que passem a formar professores competentes, lá vem aquela ‘baboseira ideológica’ (me desculpe por emprestar sua expressão) de que somos um bando de castristas autoritários. Ninguém reclama quando a vigilância sanitária fecha um estabelecimento que não segue as mínimas regras – afinal é uma questão de saúde pública. Mas quando falamos da necessidade de fiscalizar as instituições de ensino superior e tomar atitudes firmes contra aquelas que formam mal, é uma gritaria geral. Em uma entrevista à ‘Veja’ a senhora afirma que ‘num mundo ideal’ fecharia as faculdades de pedagogia porque seus cursos são ‘exclusivamente teóricos, sem nenhuma conexão com as escolas públicas e suas reais demandas’ (Veja, 13/02/2008). Na verdade, senhora secretária, uma boa parte dos cursos são vagos mesmo e os alunos não tem aulas de tipo algum, sejam teóricas, sejam práticas.

Penso que qualquer reforma no ensino básico será infrutífera se não acompanhada de uma reforma profunda nos cursos que formam professores. Outra questão reside nas condições de trabalho. Muito tem se falado no exemplo finlandês, especialmente em matérias da ‘Veja’. Convenhamos, nenhuma delas explica muito bem a situação dos professores finlandeses, tão citados como exemplares.

Matéria do ‘Washington Post’, disponível na Internet (washingtonpost. com, acesso em fevereiro de 2007) e intitulada ‘Focus on Schools Helps Finns Build a Showcase Nation’, nos fornece dados que possibilitam ver as diferenças entre as condições de trabalho dos professores daqui e da Finlândia.
Nesse país, a profissão é valorizada, os professores são respeitados pela sociedade e se orgulham de sua profissão. Quase todos são mestres, no mínimo. Será que se formam em cursos vagos, de fim de semana? Cursos reconhecidos pelo Governo e que cresceram exponencialmente a partir dos anos 90? Aqui em São Paulo, até mesmo o programa ‘Bolsa Mestrado’ foi suspenso pelo governador José Serra.

Na Finlândia, os professores não são horistas; são contratados para trabalhar em uma única escola; têm dedicação exclusiva, tendo tempo para desenvolver projetos que favoreçam a aprendizagem. Enfim, são professores- pesquisadores, com condições para tal.

Aqui, senhora secretária, professor da escola pública é horista e dá até vergonha de dizer quanto vale a hora / aula de um professor. Para compor o salário os OFAs se deslocam de uma escola para outra para completar a carga horária. Muitos efetivos de cargo, para aumentar a renda, acabam acumulando cargo no próprio Estado ou no Município. Isto sem falar naqueles que também atuam em escolas particulares.

Em relação a esta questão, outra matéria ‘vejiana’ afirma que salário não tem relação com qualidade de ensino.

Citando a Finlândia, afirma que lá os professores ganham quase o mesmo que a média do salário nacional, enquanto os professores daqui ganham cerca de 50% a mais.

Ora, eu gostaria de ganhar um salário igual ao da média nacional, desde que a nossa média nacional fosse igual à da Finlândia. Como os professores de lá, com certeza eu não reclamaria.

Como diversos estudos mostram, números são interpretados em função de nossas intenções e visões de mundo.

Como educadora e com uma visão diferente da ‘vejiana’, penso que devemos lutar por um futuro em que a média dos salários daqui possa se comparar à de países que oferecem uma vida mais digna aos seus cidadãos.

Aliás, é interessante observar que matéria da própria ‘Veja’ (Veja São Paulo, de 16/04/2008), mostra que salário tem sim relação com a qualidade de ensino. A matéria nos informa que a média dos salários dos professores das 10 melhores escolas no ENEM 2007 é de R$ 6.000,00. Há professores que recebem mais de R$ 9.000,00. São professores bem formados, valorizados e com dedicação exclusiva.

Sei das dificuldades de se arcar com custos de salários tão altos para os professores das escolas públicas, mas dizer que ganhamos bem e que reclamamos à toa beira é brincadeira de mau gosto, para não dizer que parece um discurso ensaiado e de má fé.

Voltando à Finlândia, lá o sistema é ‘rich in staff’, como é afirmado na matéria do ‘Washington Post’. Há funcionários, psicólogos e especialistas em crianças com necessidades especiais. Já aqui… Lá o sistema seleciona os melhores professores, pois os valoriza. Aqui o sistema contrata professores mal formados exatamente porque não os valoriza.

Só quando os professores forem profissionais bem formados, receberem salários dignos de sua profissão e forem respeitados enquanto profissionais é que o Estado terá condições de exigir resultados. Aí sim poderá avaliar e até mesmo criar mecanismos para excluir aqueles professores que não tenham compromisso em sua profissão, tal como na Finlândia ou nas escolas particulares. Do contrário, as avaliações só continuarão a mostrar o fracasso do sistema.

Penso ser urgente pensar nestas questões, pois não adianta cobrar melhora nos resultados de aprendizagem se não há um sistema de contratação de profissionais bem formados, sejam professores, sejam gestores. Concordo que o problema da má qualidade de ensino não se resolverá apenas com aumento de salário dos professores. Mas os profissionais da educação pública precisam ter seus salários revistos.
Repito: sei das dificuldades de o Estado arcar com uma folha de pagamento alta como das escolas particulares, mas nosso salário está vergonhoso e não acredito que o governo do Estado mais rico da federação não poderia oferecer um pouco mais. Há também outros problemas que precisam ser enfrentados, de fato.

Acho no mínimo preocupante quando a senhora afirma, em uma das reportagens (Folha de São Paulo, 25/02/2008), quando questionada sobre as ‘falhas dos governos tucanos’ (Covas, Alckmin), que prefere dizer que os problemas atuais são estruturais. Não são falhas de um governo que está aí há anos, não é questão de incompetência. São questões estruturais. No entanto, quando dizemos que muitos dos problemas da escola pública são estruturais (salários baixos, lotação, prédios horrorosos, lousas caindo aos pedaços, falta de laboratórios, violência, indisciplina, etc.) ouvimos que isto é reclamação sem fundamento; que é só saber bem o conteúdo e boas técnicas didático-metodoló gicas que tudo se resolveria (isto fica bem claro quando lemos o ‘Caderno do Gestor’ que acompanha a nova ‘Proposta Curricular’) . Mas quando questionada em uma das reportagens sobre as condições das escolas, a senhora diz que o governo faz o que pode, manda verbas, mas à noite a escola é invadida e roubam os fios. Isto não é contraditório?

O governo tem desculpas, não é sua culpa, é da estrutura e dos vândalos que invadem a escola.

Agora, quando um professor tem que enfrentar uma classe lotada, sem a mínima estrutura ele tem que se virar. Não tem desculpas… Em outras palavras: todas as falhas dos governos passados não são falhas ou questão de incompetência, são problemas de estrutura. Mas quando os professores dizem que a estrutura atual do sistema de ensino contribui muito para o fracasso escolar, o governo diz que isto é desculpa, que é ‘baboseira ideológica’, e que basta ser competente e saber o conteúdo que tudo se resolverá.

Voltando à tão citada Finlândia, fica claro que lá os professores são competentes, como se afirma, porque bem formados, valorizados e com condições estruturais bem melhores que as que temos no Estado de São Paulo.

Portanto, falar em qualidade em salas lotadas, sem condições estruturais satisfatórias e sem professores bem formados (bem diferente do tão falado sistema finlandês), é falar para ‘inglês ouvir’.

Em suma, uma educação de qualidade reside no tripé salários dignos, condições de trabalho e compromisso profissional.

Só quando o Estado pagar salários dignos e fornecer condições para os professores e gestores desenvolverem seu trabalho, poderá selecionar os melhores e até mesmo criar formas de excluir aqueles que não tenham compromisso.

Em tempo, senhora secretária: fiz mestrado e doutorado e não ganho o salário que estão dizendo por aí que eu ganho. Muitos de meus colegas me perguntam por que ainda estou na educação pública ganhando um salário tão baixo que não condiz com a minha formação. Respondo que escolhi isto por acreditar que estou exercendo uma profissão chave para um país que deseja um futuro mais digno; que ainda acredito na educação e que, sim, tenho um compromisso ideológico com a escola pública. Mas a seguir sua visão e a visão ‘vejiana’ de educação, senhora secretária, isto deve ser mais uma das minhas ‘baboseiras ideológicas’.

Profª Drª Clarete – Supervisora de Ensino

Resposta ao Senhor Cidadão de Papel – Gilberto Dimenstein – do Jornal FOLHA DE SP por Prof. Márcio

Educação, Política - 23/06/2008

Após nosso artigo “Depois de 30 anos, a greve continua!”, o professor Márcio Lima associando nossa crítica a Dimenstein pelas suas falas na rádio CBN, nas quais dá toda uma enfase na relação do baixo nível do ensino público com as faltas dos professores, conforme resultado das avaliações estaduais e federais, nos enviou um artigo seu no qual faz outra crítica ao Dimenstein. Desta vez, a um seu artigo no qual denominou as escolas públicas pela “alcunha” de “Motel”.
Após solicitarmos autorização ao prof. Márcio para editar seu texto em nosso blog, o editamos. Profª Geanete

Resposta ao Senhor Cidadão de Papel – Gilberto Dimenstein – do Jornal FOLHA DE SP.
O Sr. Gilberto Dimenstein está no mínimo equivocado ou desinformado. A culpa por uma suposta ‘farra’, ‘rotatividade’, ‘motel’ ou ‘bordel’ na educação – como sugere Dimenstein – não é da parte dos professores. Se existe este ‘motel na educação’, seria mais apropriado indicar o endereço da própria Secretaria Estadual da Educação – que apesar de estar nas mãos de um mesmo partido (PSDB) há 12 anos, vem a cada ‘novo governo’ implantando diferentes e estapafúrdias políticas públicas educacionais na rede estadual de ensino.

A ‘rotatividade de motel’ que Dimenstein menciona e atribui aos professores – sugerindo por analogia que os docentes são ‘vadias’ ou algo semelhante; e que escola é ‘motel’ – vem de fato das sucessivas e diferentes políticas desnorteadas que os governos tucanos adotaram e ainda adotam para o setor; comprovando apenas que o PSDB não sabe como enfrentar de forma minimamente competente a questão da educação em São Paulo.

A ‘zona’ que Gilberto Dimenstein sugere como da parte dos professores, vem, portanto, de outra fonte: aqueles que buscam transformar as escolas públicas em ‘motel’; e que são irresponsáveis o bastante, por exemplo, para deixarem as escolas estaduais sem coordenadores pedagógicos ao longo de todo o primeiro bimestre de 2008.

O Sr. Dimenstein revela não ter a mínima dimensão da asneira que escreveu, assim como das reais necessidades das escolas públicas e dos alunos pobres que menciona em sua coluna. Por ser considerado por seus iguais como um ‘proeminente jornalista’, o Sr. Dimenstein deveria estar informado sobre o que escreve, exercendo sua profissão de forma ética – e não fazendo analogias vulgares, maldosas e injustas para com uma categoria profissional já tão discriminada e injuriada junto à sociedade e as esferas de governo.

A APEOESP não é a única ofendida – todos os professores da rede pública estadual também são implicados na analogia do Sr. ‘Cidadão de Papel’, pois o sindicato está vinculado diretamente com a categoria (tendo ou não representatividade para tanto).

Gilberto Dimenstein – ao contrário dos dignos professores que ofendeu – tem acesso aos grandes meios de comunicação controlados por poucos e que reproduzem a ideologia de poucos, mas que são instrumentos de grande circulação e que por difundirem esta visão de poucos para muitos, reivindicam falsamente a função de formação da opinião pública ou de um ‘quarto poder’ da República.

Esta greve, Sr. Dimenstein, é pelo pobre – pelo pobre do professor pobre que trabalha em jornadas desumanas para sustentar sua família, recebendo parcos salários e sem condições adequadas de trabalho produtivo; e pelo pobre do aluno pobre que é obrigado a estudar em verdadeiros depósitos de alunos e que não apresentam condições materiais mínimas para serem chamados de escolas.

Dimenstein deveria ser mais responsável com o que escreve e nortear sua conduta dentro da ética jornalística, sem pretender ser um cidadão acima do bem e do mal. Suas analogias além de injustas e caluniosas, são covardes; além de ofensivas aos professores, são desprovidas de ética jornalística e verdade. Sua analogia ‘escola motel’ serve apenas para a edificação de uma ‘cidadania de papel’ que interessa aos poucos – os mesmos que controlam a grande mídia. Ao permitir que tamanha asneira fosse editada, a FOLHA DE SÃO PAULO tornou-se cúmplice na campanha difamatória que este ‘Cidadão de Papel’ move contra os professores.

Em meio a tantas outras ‘zonas’ que atingem a educação pública – e ainda utilizando a sugestiva analogia de Dimenstein – os professores da rede estadual de educação são tão vítimas de um ensino transformado em ‘motel’ pelo governo e ‘prostituído’ pela grande imprensa, quanto os alunos pobres mencionados na coluna de Gilberto Dimenstein.

Se há um ‘motel’ ou algo semelhante na educação, o Sr. Dimenstein deve procurá-lo primeiramente nas ‘escolas’ onde freqüentou e foi destacado aluno; depois, no Palácio dos Bandeirantes e na Secretaria Estadual de Educação.

Prof. Márcio

Prof. Márcio

Depois de 31 anos, a greve continua! por Geanete

Queridos amigos Educadores e amigos dos Professores,

O vídeo abaixo, com a tecnologia de 30 anos após o início das greves dos professores nas ruas de toda SP registra uma nova geração de professores que repete as mesmas reivindicações dos mestres já aposentados – já se passaram 3 décadas desde a primeira greve contra o governo de SP sob o mando de Paulo Malluf.

Reivindicações:
- reajuste salarial, incorporação de gratificações, piso salarial do DIESE e, por incrível que pareça, os governantes que não se aposentaram e os partidos que eram revolucionários continuam desapropriando o saber do direito de todos, levando o país à (Leia mais sobre este artigo)

Pablo Neruda – “POEMA 15″ com Fernando Ubiergo

Canto Alla Vita – Josh Groban

Merenda da rede municipal de SP é servida na Câmara

Educação, Padrão - 21/06/2008

Arroz com legumes, feijão pré-cozido e carne enlatada.
O tucano José Police Neto, líder do governo, é o primeiro
(Leia mais sobre este artigo)

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